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Cingapura investiga acesso da DeepSeek a chips da Nvidia; Taiwan proíbe uso de chatbots

- Cingapura investiga a DeepSeek por uso indevido de chips da Nvidia. - Colaboração com os EUA visa esclarecer possíveis violações de exportação. - Nvidia afirma que não há evidências de quebra de regras em Cingapura. - Taiwan proíbe chatbots da DeepSeek em agências federais por segurança. - Medidas refletem crescente tensão sobre tecnologia e segurança nacional.

O governo de Cingapura anunciou uma investigação em colaboração com os Estados Unidos sobre a utilização de chips da Nvidia pela empresa DeepSeek, que está sob suspeita de ter usado esses componentes, que estão sujeitos a controles de exportação. O comunicado foi divulgado neste sábado, 1º de fevereiro. O Ministério do Comércio e Indústria de […]

O governo de Cingapura anunciou uma investigação em colaboração com os Estados Unidos sobre a utilização de chips da Nvidia pela empresa DeepSeek, que está sob suspeita de ter usado esses componentes, que estão sujeitos a controles de exportação. O comunicado foi divulgado neste sábado, 1º de fevereiro. O Ministério do Comércio e Indústria de Cingapura afirmou que “sempre cumprimos a lei e atuamos decididamente contra indivíduos e empresas que quebram as regras”.

Apesar das suspeitas, o ministério ressaltou que a Nvidia não encontrou evidências de que o acesso aos chips tenha sido obtido por meio de Cingapura ou que tenha violado as normas de exportação. A empresa explicou que alguns chips enviados para a cidade-Estado fazem apenas uma escala antes de serem enviados a outras regiões. O ministério também expressou a expectativa de que empresas dos EUA, como a Nvidia, respeitem tanto os controles de exportação dos EUA quanto a legislação local.

Em uma ação paralela, o Ministério do Desenvolvimento Digital de Taiwan proibiu, na sexta-feira, 31 de janeiro, o uso de chatbots de inteligência artificial desenvolvidos pela DeepSeek. A decisão visa “prevenir riscos de segurança nacional” relacionados a informações sensíveis. Todas as agências federais e setores críticos da infraestrutura da ilha devem restringir o uso dos produtos da startup chinesa.

Essas ações refletem uma crescente preocupação com a segurança cibernética e a proteção de dados sensíveis em meio a um cenário global de vigilância e controle sobre tecnologias emergentes. A colaboração entre Cingapura e os EUA pode indicar um esforço conjunto para fortalecer as regulamentações sobre exportação e uso de tecnologias de ponta.

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