A adoção de tecnologias de inteligência artificial generativa por empresas teve um crescimento explosivo nos últimos dois anos. Soluções baseadas em modelos de linguagem de grande escala (LLMs) estão sendo utilizadas para acelerar pesquisas, automatizar a criação de conteúdo e substituir chatbots tradicionais por assistentes de IA mais sofisticados, que imitam interações humanas. Arthy Krishnamurthy, […]
A adoção de tecnologias de inteligência artificial generativa por empresas teve um crescimento explosivo nos últimos dois anos. Soluções baseadas em modelos de linguagem de grande escala (LLMs) estão sendo utilizadas para acelerar pesquisas, automatizar a criação de conteúdo e substituir chatbots tradicionais por assistentes de IA mais sofisticados, que imitam interações humanas. Arthy Krishnamurthy, diretora sênior de transformação empresarial na Dataiku, destaca que, em 2023 e no início de 2024, muitas empresas estavam experimentando novos casos de uso para entender o potencial dessa tecnologia.
Entretanto, a rápida adoção pode ter levado algumas organizações a subestimar a importância de avaliar os riscos associados à IA e a necessidade de ajustar suas estruturas e previsões de transformação digital. Krishnamurthy enfatiza que a discussão agora gira em torno de como essa tecnologia pode redefinir o cenário competitivo. A transformação não se limita à implementação tecnológica, mas envolve uma recalibração estratégica que requer um pensamento sistêmico profundo.
Para essa recalibração estratégica, será fundamental um enfoque aprimorado em retorno sobre investimento (ROI), entrega e governança no contexto da transformação digital liderada por IA generativa. Kevin Powers, diretor do programa de Mestrado em Estudos Jurídicos da Boston College, ressalta que a iniciativa deve começar na alta administração e no nível do conselho. Ele recomenda que as empresas tratem a IA como um elemento central de seus negócios e desenvolvam um plano de ação claro.
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