Recent notícias indicam que a Boeing planeja demitir até 400 trabalhadores de seu programa Space Launch System (SLS), o que gerou incertezas sobre o futuro do foguete e do programa Artemis da NASA. Apesar disso, a NASA classificou o SLS como “essencial” para suas missões lunares, levando a especulações sobre possíveis mudanças na estrutura do […]
Recent notícias indicam que a Boeing planeja demitir até 400 trabalhadores de seu programa Space Launch System (SLS), o que gerou incertezas sobre o futuro do foguete e do programa Artemis da NASA. Apesar disso, a NASA classificou o SLS como “essencial” para suas missões lunares, levando a especulações sobre possíveis mudanças na estrutura do programa. O SLS, que teve seu primeiro voo em 2022, enfrenta críticas por estar bilhões de dólares acima do orçamento, com custos de desenvolvimento estimados em R$ 23,8 bilhões.
Críticos, incluindo defensores do Starship da SpaceX, argumentam que a empresa de Elon Musk poderia realizar missões lunares a um custo significativamente menor. O ex-administrador da NASA, Bill Nelson, comentou que não está preocupado com a possibilidade de cancelamento do SLS, destacando que é o único foguete tripulado a ter voado além da Lua. A continuidade do SLS também é apoiada por legisladores que garantem financiamento ao programa, apesar das controvérsias.
Na última sexta-feira, a Boeing alertou sobre a possibilidade de cortes de pessoal para “alinhar com revisões no programa Artemis e expectativas de custo”. A NASA, em resposta, não detalhou as mudanças no Artemis, que visa retornar astronautas à Lua até 2027. A agência afirmou que trabalha em conjunto com seus parceiros da indústria para otimizar orçamento e recursos, mas deixou a cargo da Boeing mais informações sobre a força de trabalho.
O SLS está programado para realizar 10 ou mais missões Artemis, enquanto a SpaceX também desempenhará um papel crucial, com um contrato de quase R$ 4 bilhões para transportar astronautas. A NASA planeja usar o Starship como módulo de pouso lunar, embora a SpaceX mantenha a propriedade do veículo. Em contraste, a Boeing opera sob um “contrato de custo mais” que permitiu que os custos do SLS aumentassem devido a atrasos e problemas de desenvolvimento.
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