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Feliciano se envolve em polêmica com memecoin e alega ter conta hackeada

- O deputado Marco Feliciano lançou a memecoin $BRAZIL, gerando perdas financeiras. - A moeda teve queda abrupta após movimentação inicial de US$ 22,3 milhões. - Feliciano alegou que sua conta foi hackeada, mas investigações estão em curso. - Acusações de golpe surgiram, com usuários criticando a ação do deputado. - A CVM não fiscaliza transações de criptomoedas, aumentando os riscos para investidores.

A recente divulgação de uma criptomoeda pelo deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) gerou polêmica semelhante à crise enfrentada pelo presidente argentino Javier Milei. Em 20 de janeiro, Feliciano anunciou a memecoin chamada $BRAZIL em seu perfil no X (antigo Twitter), prometendo um “passo histórico para o Brasil” e maior inclusão financeira. No entanto, a moeda […]

A recente divulgação de uma criptomoeda pelo deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) gerou polêmica semelhante à crise enfrentada pelo presidente argentino Javier Milei. Em 20 de janeiro, Feliciano anunciou a memecoin chamada $BRAZIL em seu perfil no X (antigo Twitter), prometendo um “passo histórico para o Brasil” e maior inclusão financeira. No entanto, a moeda rapidamente desvalorizou, resultando em perdas significativas para investidores.

Após o lançamento, a memecoin movimentou mais de US$ 22,3 milhões em negociações em apenas uma hora. Contudo, o volume caiu drasticamente para US$ 732,2 mil na hora seguinte. A plataforma Pump.Fun registrou um padrão de compra em massa, sugerindo o uso de robôs para inflar artificialmente o valor da criptomoeda. Entre 15h12 e 15h22, as transações superaram US$ 1 milhão por minuto, mas a situação mudou rapidamente após a venda em massa, levando o volume a menos de US$ 100 mil às 15h35.

Feliciano, que afirma ter sido vítima de um hack, registrou um boletim de ocorrência e negou ser o autor do post. Ele declarou que a imagem utilizada foi “usada de forma criminosa por terceiros”. O ex-presidente Jair Bolsonaro também se envolveu no episódio, promovendo a mesma memecoin em duas ocasiões, alegando que sua conta havia sido hackeada. A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) não regula transações desse tipo, o que levanta preocupações sobre a segurança e a especulação em torno das criptomoedas promovidas por políticos.

A situação destaca a vulnerabilidade do mercado de criptomoedas e a necessidade de maior supervisão, especialmente quando figuras públicas estão envolvidas. Fabrício Tota, diretor da Mercado Bitcoin, enfatizou que a especulação pode se tornar problemática quando muitos investidores são atraídos por promessas de lucros rápidos, especialmente em um ambiente onde a informação pode ser manipulada.

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