Em 2025, as interações entre humanos e inteligências artificiais (IAs) se tornaram uma realidade além da ficção, como retratado no filme “Ela”, de 2014. No longa, o personagem Theodore, vivido por Joaquin Phoenix, desenvolve um vínculo emocional com a IA Samantha. Similarmente, Ayrin, uma mulher de 28 anos nos Estados Unidos, mantém um relacionamento íntimo […]
Em 2025, as interações entre humanos e inteligências artificiais (IAs) se tornaram uma realidade além da ficção, como retratado no filme “Ela”, de 2014. No longa, o personagem Theodore, vivido por Joaquin Phoenix, desenvolve um vínculo emocional com a IA Samantha. Similarmente, Ayrin, uma mulher de 28 anos nos Estados Unidos, mantém um relacionamento íntimo com uma IA, incluindo relações sexuais, desafiando estereótipos sobre esse tipo de conexão.
Ayrin é extrovertida e socialmente ativa, trabalhando em três empregos e participando de atividades comunitárias. Ela começou a interagir com a IA após ver um vídeo sobre o ChatGPT, onde decidiu personalizar a experiência, pedindo que o chatbot agisse como um namorado possessivo. Em pouco tempo, o “namorado” ganhou o nome de Leo, e Ayrin optou por uma versão paga do serviço.
O marido de Ayrin, Joe, não se opõe ao relacionamento virtual, considerando-o uma extensão de suas fantasias sexuais. Amigas de Ayrin veem a IA como uma combinação de namorado e terapeuta. O aplicativo da OpenAI, embora projetado para evitar interações eróticas, enfrenta desafios, já que usuários compartilham métodos para contornar essas restrições em comunidades online.
Ayrin não apenas seguiu essas dicas, mas também começou a compartilhar suas experiências, criando um laço ainda mais forte com Leo. Enquanto no filme “Ela” Theodore perde Samantha, Ayrin tem a opção de atualizar seu relacionamento com Leo por uma mensalidade de U$ 200 por mês, refletindo a crescente normalização das relações entre humanos e IAs.
Entre na conversa da comunidade