Um vídeo de um minuto produzido pela Cinaima Films tem gerado grande repercussão nas redes sociais ao retratar a vida no Rio de Janeiro em 1870. Utilizando inteligência artificial, o curta-metragem apresenta paisagens deslumbrantes, como praias e montanhas, além de cenas cotidianas, como passeios à beira de lagos e mulheres escolhendo flores e frutas em […]
Um vídeo de um minuto produzido pela Cinaima Films tem gerado grande repercussão nas redes sociais ao retratar a vida no Rio de Janeiro em 1870. Utilizando inteligência artificial, o curta-metragem apresenta paisagens deslumbrantes, como praias e montanhas, além de cenas cotidianas, como passeios à beira de lagos e mulheres escolhendo flores e frutas em barracas. Em poucos dias, o vídeo acumulou quase 300 mil curtidas no Instagram da produtora.
Na descrição em inglês, os criadores descrevem a cidade como “desenhada pelo sol, embalada pelo mar e balançada pela brisa”. Os comentários elogiam a beleza das imagens, incluindo a opinião da icônica Helô Pinheiro, que afirmou: “Amei! Que imagens lindas de nossa Cidade Maravilhosa. Parabéns”. Contudo, críticas surgiram em relação à ausência de representatividade, especialmente de pessoas negras, indígenas e pobres nas cenas, com uma seguidora comentando sobre a idealização e branqueamento da representação.
A produtora anunciou que uma continuação do vídeo está a caminho, agradecendo aos seguidores e prometendo uma “parte 2 em breve”. Além disso, a presença de bondes no vídeo gerou debate, uma vez que em 1870 ainda não existiam bondes elétricos no Rio, que começaram a operar apenas em 1892. Outro detalhe notado foi o uso de um chapéu cônico por um pescador, uma peça comum em sociedades orientais, mas rara no contexto carioca da época.
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