A Xiaomi lançou globalmente o Xiaomi 15 e o Xiaomi 15 Ultra durante o Mobile World Congress em Barcelona, neste domingo (2). O modelo base tem preço inicial de 999 euros (aproximadamente R$ 6.100), enquanto o Ultra começa em 1.499 euros (cerca de R$ 9,1 mil). Ambos os smartphones são equipados com o processador Snapdragon […]
A Xiaomi lançou globalmente o Xiaomi 15 e o Xiaomi 15 Ultra durante o Mobile World Congress em Barcelona, neste domingo (2). O modelo base tem preço inicial de 999 euros (aproximadamente R$ 6.100), enquanto o Ultra começa em 1.499 euros (cerca de R$ 9,1 mil). Ambos os smartphones são equipados com o processador Snapdragon 8 Elite e apresentam melhorias significativas nas câmeras, desenvolvidas em parceria com a Leica, incluindo uma lente periscópica de 200 megapixels.
O Xiaomi 15 Ultra destaca-se pelo design sofisticado e pela robustez, com certificação IP68 para resistência à água e poeira. O aparelho possui uma bateria de 6.000 mAh, oferecendo até 1,46 dias de autonomia. As versões variam em RAM, com opções de 12 GB ou 16 GB, e armazenamento de até 1 TB. Apesar do lançamento, a disponibilidade oficial no Brasil é incerta, e a Xiaomi não oferece suporte para produtos adquiridos fora de sua loja oficial.
Além dos smartphones, a Xiaomi anunciou planos para vender seus veículos elétricos fora da China nos próximos anos. O presidente da empresa, William Lu, revelou que o novo modelo SU7 Ultra já recebeu 15.000 pedidos em 24 horas. A empresa, que já vendeu mais de 100.000 unidades de seu primeiro carro, busca expandir sua presença no mercado global de veículos elétricos, competindo com gigantes como a Tesla.
A estratégia da Xiaomi de entrar no segmento premium, tradicionalmente dominado pela Apple, é evidenciada pelo Xiaomi 15 Ultra, que apresenta um sistema de câmeras avançado e um design que reflete a estética de seus veículos elétricos. Com um crescimento de 15% nas remessas de smartphones em 2024, a empresa se posiciona como a terceira maior fabricante de smartphones do mundo, atrás de Samsung e Apple, e continua a diversificar seu portfólio além da eletrônica de consumo.
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