A Polícia Federal iniciou uma investigação sobre os ataques cibernéticos que atingiram os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Petrobras na última quarta-feira, 5. Os ataques, classificados como DDoS (Distributed Denial of Service), consistem em inundar um site com um grande número de solicitações, visando sobrecarregar suas defesas. […]
A Polícia Federal iniciou uma investigação sobre os ataques cibernéticos que atingiram os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Petrobras na última quarta-feira, 5. Os ataques, classificados como DDoS (Distributed Denial of Service), consistem em inundar um site com um grande número de solicitações, visando sobrecarregar suas defesas. O site da Petrobras foi o mais afetado, ficando fora do ar por algumas horas, embora a estatal tenha garantido que seus sistemas internos não foram comprometidos.
O STJ conseguiu evitar danos, informando que suas ferramentas de segurança bloquearam as tentativas de ataque. Em nota, a Corte destacou que não houve prejuízos e que um novo mecanismo de segurança foi ativado, exigindo que os usuários confirmem ser humanos antes de acessar o portal, o que pode causar lentidão, mas não compromete o funcionamento. O CNJ, por sua vez, relatou instabilidades em seu site, mas negou que tenha sofrido um ataque, afirmando que apenas tentativas de invasão ocorreram.
As investigações apontam para um hacker conhecido como “Azael”, que tem se responsabilizado por diversas ofensivas cibernéticas no Brasil. Segundo o portal de cibersegurança CISO Advisor, Azael avisou sobre a tentativa de invasão por e-mail na manhã do dia dos ataques. Ele também tentou atacar o Supremo Tribunal Federal (STF), utilizando o mesmo método, mas alegou que a ofensiva falhou devido à proteção superior dos sistemas do STF.
As autoridades continuam a investigar os incidentes, buscando identificar e responsabilizar os grupos envolvidos. A situação destaca a crescente preocupação com a segurança cibernética no Brasil, especialmente em relação a instituições governamentais e empresas estratégicas.
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