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CEO do Bluesky propõe rede social transparente e ‘à prova de bilionários’

- A Bluesky, lançada em 2023, já conta com 32 milhões de usuários, mas luta para monetizar. - Durante o SXSW, a CEO anunciou planos de monetização, incluindo assinaturas. - A executiva criticou rivais como Zuckerberg e Musk, defendendo a autonomia dos usuários. - Bluesky desenvolve estrutura para que usuários decidam sobre uso de dados por IA generativa. - CEO acredita em um futuro social diversificado, com várias experiências e serviços.

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Lançada em 2023, a rede social Bluesky se destaca por seu protocolo aberto, permitindo que os usuários tenham maior controle sobre seus feeds. Com 32 milhões de usuários, a plataforma ainda enfrenta desafios para monetização, conforme discutido pela CEO durante o evento SXSW em 10 de março. Ela mencionou que a empresa está considerando assinaturas, […]

Lançada em 2023, a rede social Bluesky se destaca por seu protocolo aberto, permitindo que os usuários tenham maior controle sobre seus feeds. Com 32 milhões de usuários, a plataforma ainda enfrenta desafios para monetização, conforme discutido pela CEO durante o evento SXSW em 10 de março. Ela mencionou que a empresa está considerando assinaturas, serviços para desenvolvedores e um marketplace como novas fontes de receita.

A executiva também fez críticas sutis ao rival Mark Zuckerberg, usando uma camiseta com a frase em latim “mundus sine caesaribus”, em alusão à famosa frase de Zuckerberg, “aut Zuck aut nihil”. Graber destacou que o Bluesky é uma rede social “à prova de bilionários”, referindo-se ao seu fundador, Jack Dorsey, e à venda do Twitter para Elon Musk. Ela garantiu que, mesmo com a aquisição por um bilionário, os usuários poderão migrar para outras plataformas mantendo seus dados.

Durante o painel “O Futuro do Social”, a CEO mencionou que a Bluesky está desenvolvendo uma estrutura que permitirá aos usuários decidir sobre o uso de seus dados por IA generativa. Ela enfatizou que a escolha deve ser do usuário, semelhante ao consentimento para cookies em sites. Graber também expressou sua visão de um ecossistema social mais diversificado, com uma variedade de aplicativos e serviços de moderação.

Por fim, a CEO afirmou que mudanças sutis podem ocorrer na plataforma, mas sem comprometer a experiência do usuário ou forçar migrações para outras redes. A intenção é criar um ambiente social que não seja visto como tóxico, mas sim como uma oportunidade de melhoria e diversidade nas interações online.

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