Na tarde desta segunda-feira, 10, Elon Musk anunciou que a rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, foi alvo de um ataque cibernético massivo. Em uma publicação, Musk afirmou que a plataforma é atacada diariamente, mas que este incidente específico envolveu recursos significativos, sugerindo a participação de um grupo coordenado ou de um país. A […]
Na tarde desta segunda-feira, 10, Elon Musk anunciou que a rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, foi alvo de um ataque cibernético massivo. Em uma publicação, Musk afirmou que a plataforma é atacada diariamente, mas que este incidente específico envolveu recursos significativos, sugerindo a participação de um grupo coordenado ou de um país. A instabilidade na rede social foi sentida globalmente, com picos de interrupções no Brasil às 7h e 11h, registrando 4.519 e 4.264 notificações, respectivamente. Nos Estados Unidos, mais de 40.000 relatos de falhas foram contabilizados.
Musk, em entrevista à Fox News, indicou que o ataque teve origem na Ucrânia, embora não tenha fornecido provas concretas. O ataque afetou cerca de 600 milhões de usuários, causando dificuldades de acesso e visualização de postagens. A situação ocorre em um contexto de tensões entre a Ucrânia e os Estados Unidos, com comentários recentes de Donald Trump sobre o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. Musk também mencionou que o ataque poderia estar relacionado a protestos contra sua empresa, a Tesla.
De acordo com o site de monitoramento DownDetector, os problemas começaram por volta das 6h45 e se intensificaram às 10h45, levando a um aumento significativo nas reclamações. Usuários relataram dificuldades em acessar o aplicativo e visualizar o feed de postagens, com muitos se queixando nas redes sociais concorrentes, como Bluesky e Threads. A equipe do X não se manifestou oficialmente sobre a causa das falhas até o momento.
O grupo de hackers conhecido como Dark Storm Team reivindicou a autoria do ataque, classificando-o como um ataque DDoS (Denial of Service Distribuído). Este grupo, que se identifica como pró-Palestina, tem um histórico de ataques a plataformas digitais e infraestrutura crítica. A situação ressalta a necessidade de protocolos de cibersegurança robustos para proteger redes sociais, que desempenham um papel crucial na comunicação global.
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