Uma pesquisa recente revelou que o ChatGPT consome até quinhentos mililitros de água a cada vinte a cinquenta perguntas. Esse consumo aumenta em tarefas mais complexas, como a geração de imagens, onde o gasto pode chegar a setenta e cinco mil litros de água em apenas uma hora. O estudo, realizado pelas universidades de Colorado Riverside e Texas Arlington, destaca a importância do resfriamento dos data centers para a operação dos servidores.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, comentou sobre o crescimento da demanda, que resultou em um milhão de novos usuários em uma hora e três milhões de imagens geradas em um único dia. Especialistas, como Nina da Hora, afirmam que esse problema não é exclusivo da OpenAI, mas uma preocupação comum entre diversas ferramentas de inteligência artificial, que consomem grandes quantidades de recursos computacionais e, consequentemente, de água.
A pesquisa também aponta que a demanda global por inteligência artificial pode chegar a seis bilhões de metros cúbicos de água até dois mil e vinte e sete, o que equivale à retirada anual total de água de quatro a seis Dinamarcas. Os cientistas alertam para a urgência da escassez de água doce e sugerem que a indústria de IA deve assumir responsabilidade social em relação à sua pegada hídrica.
Para mitigar esse impacto, o estudo propõe estratégias como o desenvolvimento de sistemas de resfriamento mais eficientes e a escolha de locais frios para data centers. Além disso, recomenda-se uma regulação criteriosa sobre quando e onde treinar modelos de IA, visando reduzir o uso de água. A conscientização sobre a pegada ambiental das ferramentas digitais pode se tornar um critério relevante na adoção de novas tecnologias.
Uma pesquisa recente revelou que o ChatGPT consome até quinhentos mililitros de água a cada vinte a cinquenta perguntas. Esse consumo se intensifica em tarefas mais complexas, como a geração de imagens, onde o gasto pode ser equivalente a setenta e cinco mil litros de água em apenas uma hora. O estudo, realizado pelas universidades de Colorado Riverside e Texas Arlington, destaca que o resfriamento dos data centers é essencial para a operação contínua dos servidores.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, comentou sobre o aumento da demanda, mencionando que a plataforma recebeu um milhão de novos usuários em uma hora, resultando em três milhões de imagens geradas em um único dia. Especialistas em inteligência artificial, como Nina da Hora, ressaltam que esse problema não é exclusivo da OpenAI, mas uma preocupação comum entre diversas ferramentas de IA, que consomem grandes quantidades de recursos computacionais e, consequentemente, de água.
A pesquisa também aponta que a demanda global por inteligência artificial pode chegar a seis bilhões de metros cúbicos de água até dois mil e vinte e sete, o que equivale à retirada anual total de água de quatro a seis Dinamarcas. Os cientistas alertam para a urgência da escassez de água doce e sugerem que a indústria de IA deve assumir uma responsabilidade social em relação à sua pegada hídrica.
Para mitigar esse impacto, o estudo propõe estratégias como o desenvolvimento de sistemas de resfriamento mais eficientes e a escolha de locais frios para data centers. Além disso, recomenda-se uma regulação criteriosa sobre quando e onde treinar modelos de IA, visando reduzir o uso de água. A conscientização sobre a pegada ambiental das ferramentas digitais pode se tornar um critério relevante na adoção de novas tecnologias.
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