Um recente lançamento do foguete Falcon 9 da SpaceX gerou uma espiral luminosa visível em várias partes da Europa, chamando a atenção nas redes sociais. O fenômeno ocorreu após a liberação de combustível durante a manobra de desorbitamento do foguete, que tinha como objetivo entregar um satélite de espionagem para o governo dos Estados Unidos. Usuários relataram “formas estranhas” no céu, que foram amplamente discutidas online.
Jonathan McDowell, astrofísico do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, destacou que esses fenômenos luminosos têm se tornado mais comuns com o aumento dos lançamentos espaciais. A espiral, descrita como um “efeito de mangueira de jardim”, acontece quando a segunda fase do foguete gira e despeja combustível enquanto se prepara para reentrar na atmosfera terrestre. Essa prática é comum para garantir a segurança do foguete.
Além da espiral, o fenômeno conhecido como “medusa” também foi mencionado. Este último é causado pela pluma de exaustão da primeira fase do foguete durante a ascensão, criando uma forma distinta que se expande à medida que o foguete sobe. McDowell ressaltou que as condições de iluminação são essenciais para a visibilidade desses fenômenos, que geralmente ocorrem ao amanhecer ou ao entardecer.
O número de lançamentos espaciais aumentou significativamente, passando de menos de cento e cinquenta por ano no século XX para mais de duzentos e cinquenta no ano passado. Especialistas, como Christopher Combs, da Universidade do Texas em San Antonio, expressaram otimismo sobre o crescente interesse do público por eventos espaciais, incentivando a curiosidade e a busca por informações sobre o espaço.
Um recente lançamento do foguete Falcon 9 da SpaceX gerou uma espiral luminosa visível em várias partes da Europa, atraindo a atenção de muitos nas redes sociais. O fenômeno ocorreu após a liberação de combustível durante a manobra de desorbitamento do foguete, que estava em missão para entregar um satélite de espionagem para o governo dos Estados Unidos. O evento foi amplamente discutido, com usuários relatando “formas estranhas” no céu.
Jonathan McDowell, astrofísico do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, explicou que esses fenômenos luminosos têm se tornado mais comuns à medida que o número de lançamentos espaciais aumenta. O fenômeno da espiral, descrito como um “efeito de mangueira de jardim”, ocorre quando a segunda fase do foguete gira e despeja combustível enquanto se prepara para reentrar na atmosfera terrestre. Essa manobra é uma prática comum para garantir a segurança do foguete.
Além da espiral, outro fenômeno conhecido como “medusa” também foi mencionado. Este último é causado pela pluma de exaustão da primeira fase do foguete durante a ascensão, criando uma forma distinta que se expande à medida que o foguete sobe. McDowell destacou que as condições de iluminação são essenciais para a visibilidade desses fenômenos, que geralmente ocorrem ao amanhecer ou ao entardecer.
O aumento no número de lançamentos, que passou de menos de cento e cinquenta por ano no século XX para mais de duzentos e cinquenta no ano passado, contribui para que mais pessoas testemunhem esses espetáculos no céu. Especialistas, como Christopher Combs, da Universidade do Texas em San Antonio, expressaram otimismo sobre o crescente interesse do público por eventos espaciais, incentivando a curiosidade e a busca por informações sobre o espaço.
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