A startup 1X, liderada por Bernt Børnich, está prestes a lançar seu robô humanoide, Neo, em mais de cem residências na Califórnia até o final do ano. O robô já consegue andar e realizar tarefas simples, mas ainda depende de controle remoto, sendo operado por um técnico em tempo real. A empresa faz parte de um setor em crescimento que recebeu investimentos de US$ 7,2 bilhões desde 2015, com um pico de US$ 1,6 bilhão no último ano.
Os humanoides, como Neo, têm o potencial de realizar tarefas físicas que atualmente são feitas por humanos, incluindo atividades domésticas e trabalho em fábricas. Apesar de sua aparência humana, muitos robôs ainda precisam de assistência para realizar tarefas simples. Ken Goldberg, professor de robótica, destaca que a percepção pública pode ser enganosa, pois esses robôs não se comportam como humanos em todas as situações.
A 1X utiliza um método inovador para ensinar Neo a andar, simulando o ambiente em um espaço digital antes de transferir as habilidades para o robô físico. Após meses de treinamento, Neo já consegue se mover de forma autônoma, mas ainda enfrenta desafios em tarefas complexas, como abrir portas ou manusear objetos. A coleta de dados em ambientes reais é essencial para aprimorar suas habilidades.
Børnich enfatiza que a empresa oferece uma jornada de aprendizado contínuo. O robô aprende enquanto trabalha, coletando dados que ajudam a expandir suas capacidades. O custo de produção de um humanoide como Neo é comparável ao de um carro pequeno, e a empresa busca otimizar o desempenho do robô por meio da observação e análise de suas interações no dia a dia.
Em Redwood City, Califórnia, a startup 1X, liderada por Bernt Børnich, está prestes a lançar seu robô humanoide, Neo, em mais de cem residências até o final do ano. O robô, que já consegue andar e realizar tarefas simples, ainda depende de controle remoto para operar, sendo guiado por um técnico em tempo real. A empresa faz parte de um setor em crescimento, que recebeu investimentos de US$ 7,2 bilhões desde 2015, com um pico de US$ 1,6 bilhão no último ano.
Os humanoides, como Neo, têm o potencial de realizar tarefas físicas que atualmente são feitas por humanos, incluindo atividades domésticas e trabalho em fábricas. Apesar de sua aparência humana, muitos robôs ainda precisam de assistência para realizar tarefas simples. Ken Goldberg, professor de robótica, destaca que a percepção pública pode ser enganosa, pois esses robôs não se comportam como humanos em todas as situações.
A 1X utiliza um método inovador para ensinar Neo a andar, simulando o ambiente em um espaço digital antes de transferir as habilidades para o robô físico. Após meses de treinamento, Neo já consegue se mover de forma autônoma, mas ainda enfrenta desafios em tarefas complexas, como abrir portas ou manusear objetos. A coleta de dados em ambientes reais é essencial para aprimorar suas habilidades.
Børnich enfatiza que o que a empresa oferece é uma jornada de aprendizado contínuo. O robô aprende enquanto trabalha, coletando dados que ajudam a expandir suas capacidades. O custo de produção de um humanoide como Neo é comparável ao de um carro pequeno, e a empresa busca otimizar o desempenho do robô por meio da observação e análise de suas interações no dia a dia.