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China se destaca em tecnologia, mesmo com incertezas sobre tarifas dos EUA

- Adoção de IA pode reduzir custos para empresas chinesas, atraindo investidores. - Ações de tecnologia chinesas permanecem subavaliadas em relação às dos EUA. - Setor de saúde e biotecnologia se mostra resiliente a novas tarifas. - Quase 25% dos investidores internacionais estão mais otimistas com tecnologia chinesa. - Expectativa de intervenções fiscais para mitigar impactos das tarifas nos mercados.

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O setor de tecnologia da China continua a atrair investidores, mesmo com as preocupações em relação às tarifas dos Estados Unidos. Após a imposição de novas tarifas, as ações chinesas tiveram uma queda inicial, mas conseguiram se recuperar ao longo do dia. O estrategista de ações asiáticas da Morningstar, Kai Wang, observou que muitas empresas de tecnologia têm pouca exposição ao mercado dos EUA, sugerindo que a reação do mercado pode ter sido exagerada.

Analistas da Citi destacaram que as avaliações das ações de tecnologia chinesas estão 52% abaixo das dos principais nomes do setor nos Estados Unidos, indicando que ainda estão subavaliadas. Eles recomendam focar em empresas que atuam no mercado interno, além de preferir setores de serviços em vez de bens. As ações de empresas como Tencent, BYD e Haier são vistas como boas oportunidades de investimento.

O interesse dos investidores internacionais em tecnologia chinesa está crescendo, com quase um quarto deles se mostrando mais otimista em relação ao setor. A alocação de fundos de ações de mercados emergentes na China atingiu um máximo de 16 meses no final de março. Além disso, a adoção de inteligência artificial por startups chinesas, como a DeepSeek, promete ajudar a reduzir custos, mesmo diante de restrições de acesso a chips avançados.

O setor de saúde e biotecnologia na China também se mostrou resistente às novas tarifas, com analistas da Jefferies afirmando que a maioria das empresas biotecnológicas chinesas possui parcerias nos EUA e não é considerada exportadora. A empresa Wuxi Biologics, listada em Hong Kong, espera um crescimento acelerado e lucrativo até 2025, reforçando a resiliência do setor em meio a incertezas econômicas.

O setor de tecnologia da China continua a atrair a atenção de investidores, apesar das preocupações com as tarifas dos Estados Unidos. Recentemente, as ações chinesas enfrentaram uma queda inicial após a imposição de novas tarifas, mas conseguiram se recuperar ao longo do dia. O estrategista de ações asiáticas da Morningstar, Kai Wang, destacou que muitas empresas de tecnologia têm exposição limitada ao mercado dos EUA, sugerindo que a reação do mercado pode ter sido exagerada.

Analistas da Citi apontaram que as avaliações das ações de tecnologia chinesas permanecem 52% abaixo das dos principais nomes do setor nos Estados Unidos, indicando que ainda estão subavaliadas. Eles recomendam focar em empresas domésticas em vez de exportadoras, além de preferir setores de serviços em vez de bens. As ações de empresas como Tencent, BYD e Haier são vistas como boas oportunidades de investimento.

O interesse dos investidores internacionais em tecnologia chinesa está crescendo, com quase um quarto deles se mostrando mais otimista em relação ao setor. A alocação de fundos de ações de mercados emergentes na China atingiu um máximo de 16 meses no final de março. Além disso, a adoção de inteligência artificial (IA) por startups chinesas, como a DeepSeek, promete ajudar a reduzir custos, mesmo diante de restrições de acesso a chips avançados.

O setor de saúde e biotecnologia na China também se mostrou resistente às novas tarifas, com analistas da Jefferies afirmando que a maioria das empresas biotecnológicas chinesas possui parcerias nos EUA e não é considerada exportadora. A empresa Wuxi Biologics, listada em Hong Kong, espera um crescimento acelerado e lucrativo até 2025, reforçando a resiliência do setor em meio a incertezas econômicas.

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