Candidatos a empregos estão usando inteligência artificial para enganar processos seletivos, o que levou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos a investigar um aumento nas queixas de empresas. Esses golpistas criam documentos falsos, como identidades e currículos, que enviam ao se candidatar. Se selecionados, eles fazem entrevistas por videochamada usando deepfakes e outras tecnologias para simular avatares e respostas. O objetivo é conseguir empregos e receber salários em contas fora dos Estados Unidos. A imprensa americana informou que o dinheiro obtido com essas fraudes pode ser usado em atividades ilegais, como a compra de armas na Coreia do Norte. Para combater esse problema, as empresas estão adotando medidas como pedir gestos simples durante as entrevistas e usando tecnologias de validação de identidade, semelhantes às usadas em transações bancárias, para garantir que os candidatos sejam realmente quem dizem ser.
Candidatos a vagas de emprego estão utilizando inteligência artificial para fraudar processos seletivos, levando o Departamento de Justiça dos Estados Unidos a investigar o aumento de queixas de empresas. Os golpistas criam documentos falsos, como identidades e currículos, que são enviados durante a aplicação para as vagas.
Se selecionados, esses candidatos realizam entrevistas por videochamada usando deepfakes e outras tecnologias. Eles criam avatares em 3D e utilizam sintetizadores de voz para simular respostas, com o objetivo de conseguir empregos e receber salários em contas fora dos Estados Unidos.
A imprensa americana relata que os valores obtidos por meio dessas fraudes podem ser usados para atividades ilegais, como a compra de armas na Coreia do Norte. Em resposta, empresas estão adotando medidas para evitar esse tipo de golpe, como solicitar gestos simples durante as entrevistas.
Gestores de Recursos Humanos estão implementando tecnologias de validação de identidade, semelhantes às usadas em transações bancárias, para garantir a autenticidade dos candidatos. Essas ações visam proteger as contratações e combater as fraudes que emergem com o avanço da tecnologia.
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