Um grupo de hackers chamado ‘TraderTraitor’, ligado à Coreia do Norte, roubou US$ 1,5 bilhão em criptomoedas da plataforma ByBit, o que é considerado o maior furto de criptomoedas da história. O ataque aconteceu em fevereiro, quando os hackers transferiram 400 mil ethereum para um endereço desconhecido, conseguindo burlar a segurança da empresa, que fica em Dubai. O FBI confirmou que a Coreia do Norte se beneficiou desse roubo e que parte dos ativos foi convertida em Bitcoin e outras moedas digitais. Além disso, a Coreia do Norte possui 13.562 Bitcoins, que valem mais de R$ 6,5 bilhões. O FBI também alertou que os recursos roubados devem passar por lavagem antes de serem convertidos em dinheiro normal. O Grupo Lazarus, que ficou famoso em 2014 após atacar a Sony Pictures, também é responsável por outros grandes roubos, incluindo US$ 620 milhões da Ronin Network em 2022 e mais de US$ 300 milhões da casa de câmbio DMM Bitcoin. A Coreia do Norte é considerada uma das nações mais ativas em crimes cibernéticos, com pelo menos seis mil agentes envolvidos. Desde 2017, um painel da ONU informou que o país já roubou mais de US$ 3 bilhões em criptomoedas, que são usados para financiar seu programa de armas nucleares. O Escritório Geral de Reconhecimento, a principal agência de inteligência exterior da Coreia do Norte, coordena essas operações.
Um grupo de hackers conhecido como ‘TraderTraitor’, vinculado à Coreia do Norte, realizou um roubo de US$ 1,5 bilhão em criptoativos da plataforma ByBit, o que representa o maior furto de criptomoedas da história. O ataque ocorreu em fevereiro, quando os cibercriminosos conseguiram transferir 400 mil criptoativos ethereum para um endereço desconhecido, burlando os protocolos de segurança da empresa, que tem sede em Dubai.
O FBI (Polícia Federal dos Estados Unidos) confirmou que a Coreia do Norte se beneficiou desse roubo, que também inclui a conversão de parte dos ativos em Bitcoin e outras moedas digitais. A Binance News reportou que o país acumula ainda 13.562 Bitcoins, totalizando mais de R$ 6,5 bilhões. O FBI alertou que os recursos roubados devem passar por processos de lavagem antes de serem convertidos em moeda fiduciária.
O Grupo Lazarus, que ganhou notoriedade em dois mil e quatorze após o ataque à Sony Pictures, também é responsável por outros crimes cibernéticos significativos. Em dois mil e vinte e dois, o grupo foi acusado de roubar US$ 620 milhões da Ronin Network, além de um furto de mais de US$ 300 milhões da casa de câmbio DMM Bitcoin. A Coreia do Norte, através de seu programa de guerra cibernética, é considerada uma das nações mais ativas em cibercrimes, com um efetivo de pelo menos seis mil agentes.
Desde dois mil e dezessete, um painel da ONU afirmou que o país já roubou mais de US$ 3 bilhões em criptomoedas, com os fundos sendo utilizados para financiar seu programa de armas nucleares. O Escritório Geral de Reconhecimento, principal agência de inteligência exterior da Coreia do Norte, é apontado como responsável por coordenar essas operações cibernéticas.
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