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Cientistas alcançam marco ao mapear um milímetro cúbico do cérebro de camundongo

Cientistas mapeiam 200 mil células do cérebro de camundongo, acumulando 1,6 petabytes de dados e avançando na compreensão neural.

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Uma equipe de mais de cem cientistas conseguiu mapear a atividade e a estrutura de 200 mil células em um milímetro cúbico do cérebro de um camundongo, acumulando 1,6 petabytes de dados. O estudo, publicado na revista Nature, é um avanço importante na neurociência. O neurocientista Davi Bock, da Universidade de Vermont, destacou que esse feito é um marco e que os novos avanços tecnológicos tornaram possível o mapeamento de uma pequena parte do cérebro, que representa menos de 1% do seu volume total. O projeto, chamado Machine Intelligence from Cortical Networks (Microns), contou com o apoio de instituições renomadas, como o Instituto Allen de Ciência do Cérebro. Durante a pesquisa, os cientistas registraram a atividade dos neurônios enquanto mostravam vídeos ao camundongo. Após dissecar o cérebro, foram cortadas 28 mil fatias para análise, permitindo a reconstrução tridimensional das células. Essa abordagem revelou novos padrões de conexão, incluindo diferentes tipos de neurônios inibitórios. Sebastian Seung, da Universidade de Princeton, comentou que a semelhança entre os cérebros de camundongos e humanos pode ajudar na busca por tratamentos para problemas psicológicos. No entanto, o futuro do financiamento para projetos como o Microns é incerto, com cortes recentes que podem afetar a continuidade das pesquisas.

Uma equipe de mais de cem cientistas mapeou a atividade e a estrutura de 200 mil células em um milímetro cúbico do cérebro de um camundongo, acumulando 1,6 petabytes de dados. O estudo foi publicado na revista Nature em 9 de abril de 2025 e representa um avanço significativo na neurociência.

O neurocientista Davi Bock, da Universidade de Vermont, destacou que esse feito é um marco e que os avanços tecnológicos possibilitaram o mapeamento de uma fração do cérebro, menos de 1% de seu volume total. O projeto, chamado Machine Intelligence from Cortical Networks (Microns), foi apoiado por instituições renomadas, como o Instituto Allen de Ciência do Cérebro.

Os pesquisadores registraram a atividade neuronal enquanto mostravam vídeos ao camundongo. Após dissecação do cérebro, 28 mil fatias foram cortadas e analisadas, permitindo a reconstrução tridimensional das células. Essa abordagem revelou padrões de conexão que antes eram desconhecidos, incluindo tipos distintos de neurônios inibitórios.

Sebastian Seung, da Universidade de Princeton, ressaltou que a semelhança entre os cérebros de camundongos e humanos pode ajudar na busca por tratamentos para distúrbios psicológicos. Apesar do progresso, o futuro do financiamento para projetos como o Microns é incerto, com cortes recentes que podem afetar a continuidade das pesquisas.

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