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Futuristas e a crença na salvação tecnológica: o impacto da inteligência artificial na sociedade

A obra "More Everything Forever" de Adam Becker alerta para a ideologia dos futuristas da IA e propõe um debate público sobre seu impacto.

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Adam Becker, em seu livro “More Everything Forever”, critica as ideias dos futuristas da inteligência artificial e pede mais debate público sobre essas visões. Ele sugere que bilionários sejam taxados para limitar seu poder na sociedade. Becker analisa as crenças de figuras como Ray Kurzweil e Mark Andreessen, que acham que a ciência da computação pode resolver muitos problemas humanos. Ele alerta que essa ideia de “salvação tecnológica” se encaixa em um tipo de capitalismo que vê a liberdade apenas em mercados livres. O autor questiona se o futuro da humanidade deve ser decidido por visionários autoproclamados e sugere que a tecnologia pode ser usada para ajudar as comunidades a se governarem melhor. Becker acredita que a promoção de futuros impossíveis serve para aumentar o poder dos bilionários hoje e defende a necessidade de uma tributação severa sobre a riqueza concentrada, que tem ajudado a espalhar filosofias extremas.

Adam Becker, em seu livro “More Everything Forever”, critica a ideologia dos futuristas da inteligência artificial (IA) e defende a necessidade de um debate público sobre suas visões. O autor propõe a taxação de bilionários como forma de limitar seu poder e influência na sociedade.

Becker analisa as ideias de figuras proeminentes como Ray Kurzweil e Mark Andreessen, que acreditam que a aplicação da ciência da computação pode resolver a maioria dos problemas humanos. Ele alerta que essa ideologia de “salvação tecnológica” se alinha com um tipo específico de capitalismo, promovendo a ideia de que a liberdade está atrelada a mercados livres.

O autor também destaca que a crescente influência da tecnologia está moldando a governança, questionando se o futuro da humanidade deve estar nas mãos de visionários autoproclamados. Becker sugere que as comunidades poderiam usar a tecnologia como uma ferramenta para governança colaborativa, em vez de aceitar passivamente a narrativa do elitismo tecnológico.

Por fim, Becker argumenta que a promoção de futuros impossíveis visa expandir o poder dos bilionários no presente. Ele recomenda a implementação de uma tributação severa sobre a riqueza concentrada, que, segundo ele, tem contribuído para a difusão de filosofias extremas na sociedade.

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