Um novo dispositivo para ajudar pessoas cegas ou com baixa visão foi testado e mostrou que pode melhorar a navegação em 25% em comparação ao uso de bengalas. O aparelho, que se parece com óculos, usa uma câmera e inteligência artificial para identificar obstáculos e dar direções por meio de sons e vibrações. Criado por uma equipe liderada pela pesquisadora Leilei Gu, o dispositivo processa imagens em tempo real e envia informações ao usuário através de fones de ouvido e uma pele artificial que vibra no pulso. Durante os testes, os participantes conseguiram evitar obstáculos e realizar tarefas de navegação com mais facilidade. Os pesquisadores enfrentaram desafios como o tamanho do dispositivo e a necessidade de um algoritmo eficiente, mas conseguiram usar uma tecnologia que reduz o consumo de energia. Embora ainda seja um protótipo, a equipe quer torná-lo mais confiável e seguro para o uso diário. Esse tipo de tecnologia pode ser mais útil em cidades, onde detectar obstáculos é muito importante, superando as limitações das bengalas tradicionais.
Um novo dispositivo assistivo para pessoas cegas ou com baixa visão foi testado e mostrou melhorias de 25% na navegação em comparação ao uso de bengalas. O aparelho, semelhante a óculos, utiliza uma câmera e algoritmos de inteligência artificial para identificar obstáculos e fornecer direções por meio de alertas de áudio e vibrações.
Desenvolvido por uma equipe liderada pela pesquisadora Leilei Gu, o dispositivo processa imagens em tempo real e transmite informações ao usuário através de fones de ouvido por condução óssea e uma pele artificial que vibra no pulso. Durante os testes, participantes conseguiram evitar obstáculos e realizar tarefas de navegação com mais eficiência, como atravessar um labirinto.
Os pesquisadores enfrentaram desafios como o tamanho do dispositivo e a necessidade de um algoritmo potente, mas compacto. Para isso, foi utilizado um nanogerador triboelétrico, que reduz o consumo de energia e sincroniza movimentos virtuais e reais. O sistema foi testado com robôs humanoides e pessoas com deficiência visual, mostrando resultados promissores.
Embora o dispositivo seja um protótipo, a equipe busca torná-lo mais confiável e seguro para uso cotidiano. As tecnologias assistivas como essa podem ser mais eficazes em ambientes urbanos, onde a detecção de obstáculos é crucial, superando as limitações das bengalas tradicionais.
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