Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

OpenAI e Google DeepMind disputam a liderança em inteligência artificial com novos modelos e recursos inovadores

Google DeepMind atualiza modelo Gemini com controle de raciocínio, visando reduzir custos e evitar "overthinking" em tarefas simples.

0:00
Carregando...
0:00

A Google DeepMind atualizou seu modelo de IA, o Gemini, para permitir que os usuários ajustem o nível de raciocínio da máquina. Essa mudança busca reduzir custos e evitar que a IA pense demais em tarefas simples, um problema que foi identificado em modelos que priorizam o raciocínio lógico. Antes, as melhorias em IA se concentravam em aumentar dados de treinamento ou melhorar o feedback, mas agora as empresas estão investindo em raciocínio. Modelos que pensam logicamente, como o DeepSeek R1, têm se tornado populares, mas o tempo extra que gastam em cada tarefa pode aumentar os custos, com algumas tarefas custando mais de 200 dólares. A nova ferramenta da Google permite que os desenvolvedores definam limites de recursos para tarefas simples, diminuindo o tempo de raciocínio. Essa atualização acontece em um momento em que a OpenAI também está desenvolvendo modelos de IA com foco em raciocínio lógico e enfrenta concorrência de modelos mais baratos, como o DeepSeek. A Google aposta na precisão e na capacidade de resolver problemas complexos para se destacar em áreas como codificação e finanças.

Google ajusta modelo Gemini com controle de ‘raciocínio’ para reduzir custos

A Google DeepMind lançou uma atualização para o modelo Gemini, introduzindo um controle que permite ajustar o nível de raciocínio da inteligência artificial. A medida visa reduzir custos e evitar o chamado “overthinking” em tarefas simples, um problema identificado em modelos de raciocínio.

Desde 2019, as formas de aprimorar um modelo de IA eram aumentar a quantidade de dados de treinamento ou melhorar o feedback sobre as respostas. No entanto, a Google e outras empresas passaram a investir em uma terceira via: o raciocínio.

Modelos de raciocínio, que trabalham logicamente e dedicam mais tempo para chegar a uma resposta, tornaram-se populares com o lançamento do DeepSeek R1. A estratégia é evitar a construção de novos modelos do zero, treinando os existentes para abordar problemas de forma pragmática.

Custo e eficiência são desafios dos modelos de raciocínio

O tempo extra dedicado a cada consulta aumenta os custos de execução. Testes indicam que uma única tarefa pode custar mais de US$ 200 para ser completada. A promessa é que esse tempo e investimento extras melhorem o desempenho em tarefas complexas, como análise de código ou coleta de informações.

Entretanto, o problema do “overthinking” surgiu, com modelos dedicando mais tempo do que o necessário, elevando custos e impactando o meio ambiente. A nova ferramenta da Google permite que desenvolvedores definam um limite de recursos computacionais para cada problema, reduzindo o tempo de raciocínio em tarefas mais simples.

OpenAI e a busca por modelos mais inteligentes

A atualização do Gemini ocorre em um cenário de desenvolvimento acelerado de modelos de IA com foco no raciocínio lógico, como os da OpenAI. A empresa chegou a considerar a aquisição da startup de codificação Cursor antes de fechar um acordo com a Windsurf.

A Google também enfrenta a concorrência de modelos “open weight”, como o DeepSeek, que oferecem desempenho comparável a um custo menor. A empresa aposta na precisão e capacidade de lidar com situações complexas para manter sua vantagem em áreas como codificação, matemática e finanças.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais