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GEO: a nova estratégia para marcas se destacarem nas buscas por inteligência artificial

A nova era do GEO (Generative Engine Optimization) redefine como marcas devem se posicionar para serem citadas por IAs generativas. Com a queda de 25% nas buscas no Google em 2024, a adaptação ao novo cenário é crucial. O GEO prioriza a qualidade do conteúdo, tornando-o referência para chatbots como ChatGPT. Para se destacar, é essencial incluir fontes confiáveis, dados quantitativos e uma linguagem clara. A manutenção da autoridade e a estrutura organizada do conteúdo são fundamentais. SEO e GEO devem coexistir na estratégia digital das empresas.

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Uma nova forma de otimização digital chamada GEO (Generative Engine Optimization) está se destacando com o aumento do uso de inteligências artificiais generativas, como ChatGPT. Essa estratégia busca fazer com que as marcas sejam mencionadas nas respostas dessas IAs, já que os usuários estão mudando a forma como pesquisam. Um estudo da consultoria Gartner mostrou que as buscas no Google caíram 25% em 2024. No Brasil, uma pesquisa da Ipsos revelou que 54% das pessoas estão usando IAs generativas, acima da média global de 48%. Enquanto o SEO (Search Engine Optimization) se concentra em ranquear páginas no Google, o GEO foca em tornar o conteúdo uma referência para as IAs, exigindo que ele seja claro, confiável e relevante. Especialistas recomendam incluir fontes confiáveis, dados e uma linguagem simples para otimizar o conteúdo para essas ferramentas. Apesar da nova abordagem, o SEO ainda é importante, e ambos devem ser usados juntos para garantir uma boa presença online, já que as IAs priorizam a qualidade do conteúdo.

Nova estratégia de otimização digital surge com o avanço da inteligência artificial

Uma nova abordagem de otimização para mecanismos de busca, chamada GEO (Generative Engine Optimization), ganha destaque com a crescente utilização de inteligências artificiais (IAs) generativas como ChatGPT e Perplexity. A estratégia visa adequar marcas para serem citadas em pesquisas realizadas por essas ferramentas.

Mudança de hábitos e queda nas buscas tradicionais

A ascensão das IAs generativas reflete uma mudança nos hábitos dos usuários, que buscam respostas mais completas e rápidas. Um levantamento da consultoria Gartner apontou uma redução de 25% no número total de buscas no Google em 2024.

Consumidor brasileiro demonstra entusiasmo com IAs

Pesquisa da Ipsos com o Google revelou que o consumidor brasileiro é especialmente receptivo às IAs generativas. A média de uso no Brasil foi de 54%, acima da média global de 48% em 2023, considerando 21 mil pessoas em 21 países.

GEO versus SEO: foco na qualidade do conteúdo

Enquanto o SEO (Search Engine Optimization) busca ranquear páginas nos resultados do Google, o GEO visa tornar o conteúdo a principal referência para as IAs ao responderem perguntas. Para isso, o conteúdo deve ser compreensível, confiável e relevante.

Estratégias para otimizar conteúdo para IAs

Especialistas indicam algumas estratégias para o GEO: adicionar citações e fontes confiáveis, incluir estatísticas e dados quantitativos, usar linguagem clara e objetiva, cultivar autoridade e aprimorar a estrutura do conteúdo.

SEO e GEO: uma combinação necessária

Apesar da mudança de foco, o SEO continua relevante. Especialistas afirmam que tanto o SEO quanto o GEO devem ser considerados para manter uma presença digital eficaz. A principal diferença reside na forma como os mecanismos de busca lidam com os pedidos dos usuários, com as IAs priorizando a qualidade do conteúdo.

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