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AI se torna onipresente com computação distribuída em dispositivos e na borda

A inteligência artificial avança para o edge, melhorando eficiência e privacidade, enquanto empresas adotam computação heterogênea para otimizar sistemas.

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A inteligência artificial (IA) está se expandindo para dispositivos próximos aos usuários, como smartphones e carros, em vez de depender apenas da nuvem. Isso melhora a rapidez das respostas e a privacidade dos dados. As empresas estão usando uma abordagem chamada computação heterogênea, que distribui tarefas de IA entre diferentes tipos de processadores para otimizar o desempenho e reduzir o consumo de energia. No entanto, ainda existem desafios na criação de software que suporte essas novas tecnologias. Um relatório recente destaca a necessidade de enfrentar a complexidade da computação distribuída e sugere que cada setor deve considerar as vantagens e desvantagens de usar a nuvem ou a borda para suas necessidades específicas.

Inteligência Artificial se Expande para Dispositivos e Borda da Rede

A inteligência artificial (IA) avança em aplicações cotidianas, impulsionada por modelos avançados, chips mais potentes e grande volume de dados. A tendência atual é a distribuição da capacidade computacional da IA, com foco na execução de tarefas em dispositivos próximos aos usuários, a chamada “borda da rede”.

Inferência e Privacidade Impulsionam Mudança

A capacidade de modelos de IA de realizar previsões – a inferência – está sendo executada cada vez mais perto do usuário, e não apenas na nuvem. Essa mudança possibilita a implantação da IA em smartphones, carros e dispositivos da internet industrial (IIoT), reduzindo a dependência da nuvem e oferecendo tempos de resposta mais rápidos e maior privacidade.

Computação Heterogênea Otimiza Desempenho

Para alocar eficientemente os recursos computacionais, as empresas estão adotando a computação heterogênea. Essa abordagem permite distribuir as tarefas de IA entre diferentes tipos de processadores, como CPUs, GPUs, NPUs e aceleradores de IA, equilibrando latência, segurança e consumo de energia.

Desafios na Gestão da Complexidade

Apesar dos avanços nas arquiteturas de microchips, como as otimizadas para IA, o desenvolvimento de software e ferramentas ainda precisa melhorar para suportar o aprendizado de máquina, a IA generativa e novas especializações. Especialistas destacam a importância de arquiteturas adaptáveis que atendam às demandas atuais e futuras da tecnologia.

Relatório Aponta Caminhos para o Futuro da IA

Um novo relatório aponta que a computação distribuída precisa superar os desafios de complexidade em diversas plataformas. A pesquisa ressalta a necessidade de considerar os prós e contras entre a computação em nuvem e na borda, com base nas necessidades específicas de cada setor. O estudo completo está disponível para download.

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Este conteúdo foi produzido pela Insights, divisão de conteúdo personalizado da MIT Technology Review, e não pela equipe editorial da revista. A pesquisa, o design e a redação foram realizados integralmente por profissionais humanos, com uso limitado de ferramentas de IA em processos secundários, sempre com revisão humana.

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