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Robôs humanoides avançam em fábricas e lares com inteligência artificial inovadora

Robôs humanoides estão revolucionando indústrias, com testes em montadoras e centros de distribuição, enquanto a China lidera a produção em massa.

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Robôs humanoides estão sendo testados em fábricas e centros de distribuição, com preços que caíram de US$ 50 mil a US$ 250 mil para US$ 30 mil a US$ 150 mil. Esses robôs, que imitam a forma humana e têm inteligência artificial, podem substituir pessoas em tarefas repetitivas. A Mercedes-Benz e a Amazon estão entre as empresas que testam esses robôs, como o Apollo e o Digit. A escassez de trabalhadores tem levado as empresas a adotarem essa tecnologia. A professora Esther Colombini, da Unicamp, explica que o formato humano dos robôs é útil em ambientes feitos para pessoas. A China está se destacando na produção de robôs, com 73% das principais empresas na Ásia e um plano para integrar humanoides à economia até 2027. Recentemente, um robô venceu uma meia maratona em Pequim, mostrando o potencial dessa tecnologia.

Os robôs humanoides, desenvolvidos ao longo de décadas, estão agora sendo testados em montadoras e centros de distribuição. Com preços reduzidos, esses robôs têm potencial para substituir humanos em tarefas repetitivas. A China avança na produção em massa, intensificando a competição global.

Essas máquinas, que imitam a forma humana, possuem braços articulados, sensores e inteligência artificial (IA) para aprender e tomar decisões. Atualmente, robôs como o Apollo, da Apptronik, estão sendo testados pela Mercedes-Benz na Alemanha, enquanto a Amazon avalia o robô bípede Digit em seus galpões nos Estados Unidos. O preço dos robôs humanoides caiu de uma faixa entre US$ 50 mil e US$ 250 mil para US$ 30 mil a US$ 150 mil desde 2023.

A escassez de mão de obra na manufatura tem impulsionado a adoção desses robôs. A professora de robótica e IA do Instituto de Computação da Unicamp, Esther Colombini, destaca que o formato humano é funcional, permitindo que os robôs operem em ambientes projetados para pessoas. A IA tem aprimorado a capacidade dos robôs de identificar objetos e se locomover.

Investimentos em robótica estão crescendo. A BMW utiliza robôs da Figure AI, enquanto a Tesla desenvolve os humanoides Optimus. A chinesa BYD e a coreana Hyundai também estão investindo na área. A Amazon, com o Digit, busca otimizar o movimento de itens em espaços complexos.

Além das fábricas, os humanoides estão sendo explorados para tarefas domésticas. A norueguesa 1X, por exemplo, desenvolve o Neo Gamma, que pode aspirar o chão e servir café. Apesar dos avanços, Colombini alerta que a tecnologia ainda não é totalmente confiável para uso autônomo.

A China lidera a corrida tecnológica em robótica humanoide, com 73% das principais empresas na Ásia, sendo 56% na China. O governo chinês lançou um plano para produção em massa de robôs, com a meta de integrar humanoides à economia até 2027. Recentemente, um robô venceu uma meia maratona em Pequim, demonstrando o potencial dessa tecnologia.

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