A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou que a próxima edição do programa Mulheres Inovadoras irá selecionar cinquenta startups lideradas por mulheres, com prêmios de até R$ 100 mil. As startups serão divididas em dois grupos: uma para negócios em estágio inicial e outra para empresas mais avançadas, com cada região do Brasil escolhendo dez startups. Haverá uma pontuação especial para aquelas lideradas por mulheres pretas, pardas e indígenas. Luciana também falou sobre a necessidade de formação em tecnologia, já que o Brasil pode ter um déficit de quinhentos mil profissionais na área até 2030. Ela mencionou iniciativas do governo para capacitar profissionais e destacou a importância da parceria entre o setor público e privado no projeto Rio AI City, que busca descentralizar data centers e focar em sustentabilidade, aproveitando a matriz elétrica renovável do Brasil. Além disso, ela comentou sobre o desenvolvimento de modelos de linguagem em português na área de inteligência artificial.
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou nesta segunda-feira, durante o Web Summit Rio, que a próxima edição do programa Mulheres Inovadoras selecionará cinquenta startups lideradas por mulheres. O programa, que já teve edições anteriores, visa incentivar o empreendedorismo feminino e premiará as melhores iniciativas com valores de até R$ 100 mil.
Na nova edição, as startups serão divididas em dois grupos: um para negócios em estágio inicial e outro para empresas mais avançadas. Cada região do Brasil terá a oportunidade de selecionar dez startups, com uma pontuação diferenciada para aquelas lideradas por mulheres pretas, pardas e indígenas. A ministra destacou que o programa já premiou as cinco melhores startups da edição anterior, que contou com duzentas e oitenta e sete inscrições.
Luciana Santos enfatizou a importância da formação em tecnologia e a descentralização de data centers. Ela mencionou que o déficit de mão de obra na área de tecnologia da informação deve chegar a quinhentos mil profissionais até 2030. A ministra também citou iniciativas do governo, como o programa Hackers do Bem, para capacitar profissionais na área.
Sobre o projeto Rio AI City, Luciana afirmou que a parceria entre o setor público e privado é essencial e está alinhada com o plano de descentralização de data centers do governo federal. A sustentabilidade é um dos principais focos, já que a maioria da matriz elétrica brasileira é renovável. A ministra ainda comentou sobre a possibilidade de combinar diferentes modelos de linguagem em português, destacando experiências brasileiras em desenvolvimento na área de inteligência artificial.
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