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Grindr adota inteligência artificial da Amazon e Anthropic para novo recurso Wingman

Grindr adota IA da Amazon e Anthropic para o "Wingman", lançando a "A-List" para 25% dos usuários e melhorando a experiência de encontros.

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O Grindr, um aplicativo de encontros para a comunidade LGBTQ, começou a usar ferramentas de inteligência artificial da Amazon e da Anthropic para seu novo recurso chamado “Wingman”. Eles lançaram uma função chamada “A-List”, que ajuda os usuários a encontrar conexões importantes e retomar conversas sem precisar procurar no histórico. Esse recurso está disponível para 25% dos assinantes do Grindr Unlimited até o final de abril e utiliza tecnologia avançada da Anthropic e da Amazon Web Services. A mudança de parceiros de tecnologia ocorreu porque o Grindr queria melhorar a privacidade e a eficiência, já que estava armazenando dados com a Amazon. O CEO do Grindr, George Arison, afirmou que a nova abordagem com a Bedrock da Amazon trouxe melhores resultados do que o que tinham com a startup Ex-human, que inicialmente ajudou a desenvolver um assistente de IA. Embora a Ex-human não esteja mais diretamente envolvida, ainda fornece consultoria ao Grindr. Arison também mencionou que limitar o uso da IA a um grupo menor de usuários ajuda a controlar os custos, que têm diminuído com o tempo. O Grindr viu um aumento de 7% no número de usuários ativos mensais, totalizando 14,2 milhões em 2024.

O Grindr anunciou a implementação de ferramentas de inteligência artificial da Amazon e da Anthropic para aprimorar seu recurso “Wingman”. A mudança ocorre após a empresa ter trabalhado anteriormente com a startup Ex-human. O novo recurso, denominado “A-List”, foi lançado para 25% dos assinantes do Grindr Unlimited, com o objetivo de facilitar a retomada de conversas significativas.

O “A-List” destaca conexões passadas e correspondências de alto potencial, permitindo que os usuários acessem resumos de bate-papo sem precisar percorrer todo o histórico. O recurso é alimentado pelo modelo Claude Sonnet 3.7 da Anthropic e pela ferramenta Bedrock da Amazon Web Services. O CEO do Grindr, George Arison, afirmou que a decisão de mudar de provedores foi motivada pela necessidade de garantir a privacidade dos dados dos usuários.

A nova abordagem reflete uma tendência crescente entre aplicativos de comportamento, que buscam ir além de chatbots simples. Arison destacou que a mudança para a Bedrock da Amazon permitiu uma melhor performance em comparação com os modelos da Ex-human. Embora a Ex-human não esteja mais fornecendo modelos para o Grindr, as empresas firmaram um novo acordo para consultoria estratégica em IA.

Arison também mencionou que a limitação do recurso a um número reduzido de usuários ajudará a controlar os custos de implementação. Ele observou uma redução de 50% nos custos por usuário nos últimos meses, resultado de otimizações na equipe. O Grindr reportou um crescimento de 7% na média de usuários ativos mensais, totalizando 14,2 milhões em 2024.

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