O 6G está sendo desenvolvido e suas primeiras instalações devem acontecer após 2030. O professor Luciano Mendes, do Instituto Nacional de Telecomunicações, explica que essa nova rede vai além da comunicação de dados, focando em geolocalização e inteligência artificial. A ideia é que o 6G seja mais flexível, permitindo operar em diferentes faixas de frequência e integrar melhor com outras tecnologias. Isso pode beneficiar setores como agronegócio, logística e segurança pública, oferecendo soluções como sensores sem fio e melhor controle de produção. Mendes destaca que a rede será projetada para suportar serviços de inteligência artificial, melhorando a eficiência e a segurança nas operações.
O 6G está começando a ser discutido, mesmo com o 5G ainda em fase de implementação. O professor Luciano Mendes, do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), afirma que a nova tecnologia deve focar em geolocalização, inteligência artificial e flexibilidade operacional. As primeiras instalações do 6G estão previstas para após 2030.
Durante o Summit Tecnologia e Inovação, Mendes explicou que a rede 6G não se limitará à comunicação de dados. “Estamos discutindo os pilares dessa tecnologia, que deve aprender com o 5G para atender novos casos de uso”, disse. O evento ocorrerá em 14 de maio, em São Paulo, e faz parte das comemorações dos 150 anos do jornal Estadão.
A nova rede promete avanços significativos, como um suporte aprimorado para serviços de geolocalização, permitindo o processamento em tempo real de mapas. Além disso, o 6G deve operar em diversas faixas de frequência, aumentando a interoperabilidade com outras redes, incluindo Wi-Fi. Mendes destaca que a flexibilidade será uma característica essencial da nova tecnologia.
Outro aspecto importante do 6G é a integração da inteligência artificial em suas operações. A ideia é que a rede ofereça suporte a serviços e aplicativos que utilizam IA, melhorando o acesso e a segurança. “A rede será mais amigável e integradora com outras tecnologias”, afirmou Mendes.
Os impactos do 6G serão sentidos em diversos setores, como agronegócio, logística, mineração e segurança pública. Mendes ressalta que a nova tecnologia permitirá, por exemplo, a instalação de sensores sem fio em fábricas e a cobertura de áreas remotas no campo. “A tendência é que a gestão de dados se torne mais eficiente”, concluiu.
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