O governo federal criou um grupo de trabalho para gerenciar o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial, com um investimento de R$ 23 bilhões nos próximos quatro anos. O grupo terá representantes de 15 órgãos e entidades, incluindo ministérios e o BNDES. O objetivo é fazer do Brasil uma referência em inovação e eficiência no uso da inteligência artificial, especialmente no setor público. O plano também busca desenvolver infraestrutura tecnológica avançada e um supercomputador de alta performance. O grupo poderá convidar especialistas externos para participar das reuniões, mas sem direito a voto.
O governo federal anunciou, nesta segunda-feira, a criação de um Grupo de Trabalho (GT) para gerenciar o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA). O grupo, que terá duração de quatro anos, conta com um investimento de R$ 23 bilhões e é formado por representantes de quinze órgãos e entidades.
O PBIA, lançado em julho do ano passado, visa transformar o Brasil em uma referência global em inovação e eficiência no uso da inteligência artificial, especialmente no setor público. O GT será coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e incluirá membros de ministérios como Fazenda, Educação e Justiça, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Objetivos do Grupo de Trabalho
Entre as atribuições do GT, está o monitoramento da execução do PBIA e a apresentação de propostas de ajustes ao Comitê Interministerial para a Transformação Digital (CITDigital). O grupo também deve apresentar anualmente um relatório sobre o andamento do plano.
O PBIA busca desenvolver soluções em inteligência artificial que melhorem a qualidade de vida da população e otimizem a entrega de serviços públicos. Um dos principais projetos é a criação de um supercomputador de alta performance, que permitirá o processamento de grandes volumes de dados e o desenvolvimento de algoritmos avançados.
Participação e Colaboração
O GT poderá convidar especialistas de outros órgãos, entidades públicas e privadas, além de pesquisadores e representantes da sociedade civil para participar das reuniões, embora sem direito a voto. Essa colaboração é vista como essencial para o sucesso do PBIA, que pretende equipar o Brasil com infraestrutura tecnológica avançada em diversas áreas, como saúde, educação e meio ambiente.
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