O Jeep Compass vai ganhar sua terceira geração, que será lançada na Europa em 2025. Essa nova versão vai compartilhar a mesma plataforma do Peugeot 3008 e terá opções híbridas e elétricas. A produção no Brasil está prevista para começar em 2026, com um motor 1.3 turbo flex e diferentes soluções eletrificadas. O novo modelo terá 4,55 metros de comprimento e 1,90 metro de largura, além de um porta-malas com capacidade para 550 litros. A marca promete mais espaço interno e melhorias na conectividade. As versões elétricas devem ter uma autonomia de até 600 km com uma carga. O Compass foi lançado pela primeira vez em 2006, mas a primeira geração enfrentou dificuldades no mercado, especialmente no Brasil, onde chegou em 2012 com acabamento inferior e tração dianteira. A segunda geração, lançada em 2016, foi mais bem-sucedida.
Após nove anos de mercado, o Jeep Compass chega à sua terceira geração, que será lançada na Europa em 2025. O novo modelo compartilhará a plataforma com o Peugeot 3008, ambos pertencentes ao grupo Stellantis. As vendas na Europa devem iniciar no segundo semestre, com opções híbridas e elétricas.
A produção do Compass no Brasil está prevista para 2026, na fábrica de Goiana, em Pernambuco. A versão nacional contará com motor 1.3 turbo flex e diversas soluções eletrificadas, alinhadas à estratégia Bio-Hybrid da montadora. Essa estratégia inclui desde opções leves até sistemas plug-in, que permitem carregar a bateria na tomada.
O novo Compass terá 4,55 metros de comprimento, 15 centímetros a mais que o modelo atual, e 1,90 metro de largura. O porta-malas terá capacidade para 550 litros, reforçando sua vocação familiar. A Jeep promete mais espaço interno e melhorias na conectividade, com telas digitais redesenhadas. Na Europa, as versões totalmente elétricas devem oferecer autonomia de até 600 quilômetros com uma carga completa.
O Compass foi lançado em 2006 nos Estados Unidos, enfrentando desafios em um mercado dominado por marcas japonesas e sul-coreanas. A primeira geração chegou ao Brasil em 2012, mas com acabamento inferior e tração dianteira, o que dificultou sua aceitação. A segunda geração, lançada em 2016, foi um sucesso, refletindo a nova fase da marca após a fusão entre Fiat e Chrysler.
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