Uma forte erupção solar de classe X2.7 ocorreu no dia 14 de março de 2025, sendo a mais poderosa do ano até agora. O evento causou falhas nas comunicações de rádio em várias regiões, principalmente na Europa, Ásia e Oriente Médio. A erupção aconteceu às 5h25, horário de Brasília, e afetou áreas que estavam sob luz solar nesse momento. A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos informou que a radiação da erupção chegou rapidamente à Terra, resultando em um blecaute temporário de sinais de rádio de alta frequência, usados para comunicações em longas distâncias. Esse blecaute foi classificado como nível R3, indicando uma forte interferência. A erupção se originou de uma nova região de manchas solares chamada AR4087, que pode gerar novas explosões nos próximos dias. Apesar de sua intensidade, não houve danos significativos além das falhas momentâneas nas comunicações. Cientistas alertam que o Sol está em uma fase de alta atividade, o que pode levar a mais erupções ao longo do ano.
Uma forte erupção solar de classe X2.7 atingiu a Terra na quarta-feira, 14 de março de 2025, causando falhas significativas nas comunicações de rádio em várias regiões, especialmente na Europa, Ásia e Oriente Médio. O evento, classificado como a mais poderosa erupção do ano, ocorreu por volta das 5h25 (horário de Brasília) e afetou áreas expostas à luz solar naquele momento.
A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA) dos Estados Unidos informou que a radiação da erupção chegou rapidamente à Terra, resultando em um blecaute temporário de sinais de rádio de alta frequência. Esse tipo de sinal é crucial para comunicações em longas distâncias, utilizadas por aeronaves, embarcações e operadores de rádio. A NOAA classificou o evento como um apagão de nível R3, indicando uma interferência forte nas comunicações.
Origem da Erupção
A erupção teve origem em uma nova região de manchas solares, identificada como AR4087, que está se movendo para uma posição mais visível da Terra. Isso pode aumentar a probabilidade de novas erupções nos próximos dias. Até o momento, não há confirmação de uma ejeção de massa coronal, que poderia causar tempestades magnéticas e auroras se atingisse o campo magnético da Terra.
O fenômeno foi sentido em partes da América do Norte, América do Sul, sudeste da Ásia e África. Apesar da intensidade da erupção, não foram registrados danos maiores além das falhas momentâneas nas comunicações. Cientistas alertam que o Sol está em uma fase de alta atividade, o que pode resultar em novas explosões ao longo do ano.
Entre na conversa da comunidade