A Lila Sciences, uma startup de Cambridge, anunciou que está desenvolvendo uma “superinteligência científica” com inteligência artificial (IA). A empresa já conseguiu criar novos anticorpos e materiais rapidamente, desafiando os métodos tradicionais de pesquisa. Com uma equipe de cientistas e um investimento de 200 milhões de dólares, a Lila utiliza IA treinada em dados científicos para realizar experimentos em laboratórios automatizados. Esse processo, que normalmente levaria anos, foi reduzido a meses. A IA da Lila já ajudou a encontrar um novo catalisador para a produção de hidrogênio verde e está em busca de novas ideias para resolver problemas científicos. A empresa planeja expandir seus laboratórios e abrir novos escritórios em São Francisco e Londres.
A Lila Sciences, uma startup de Cambridge, anunciou planos para desenvolver uma “superinteligência científica” com inteligência artificial (IA). A empresa já gerou novos anticorpos e materiais em tempo recorde, desafiando métodos tradicionais de pesquisa. O projeto visa acelerar a descoberta científica, utilizando grandes volumes de dados.
A Lila, que recebeu US$ 200 milhões em financiamento inicial, tem uma equipe de cientistas experientes. A startup desenvolve um programa de IA que executa experimentos em laboratórios automatizados, permitindo resultados em poucos meses, um processo que normalmente levaria anos. Geoffrey von Maltzahn, executivo-chefe da Lila, afirma que a IA pode revolucionar o método científico.
A tecnologia da Lila é alimentada por dados de pesquisas publicadas e experimentais. A IA já demonstrou sua eficácia em projetos que resultaram na criação de novos materiais para capturar carbono e na descoberta de um novo catalisador para a produção de hidrogênio verde. Esses sucessos têm atraído a atenção de cientistas renomados, como David Baker, que vê a IA como uma ferramenta poderosa.
A Lila foi criada dentro da Flagship Pioneering, uma investidora em biotecnologia. A empresa está expandindo seu espaço de laboratório em Cambridge e planeja abrir escritórios em São Francisco e Londres. O objetivo é comercializar as inovações que surgirem em seus experimentos, que envolvem uma colaboração entre cientistas e tecnologia automatizada.
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