A China deu mais um passo em seu programa espacial com o lançamento do foguete Zhuque-2E Y1 pela empresa LandSpace. Essa nova versão é uma melhoria do Zhuque-2E, que foi lançado no final do ano passado. O foguete é de tamanho médio e pode levar até 6 toneladas para órbitas baixas da Terra, sendo ideal para missões comerciais de satélites. O Y1 traz inovações que aumentam a sustentabilidade, utilizando combustíveis mais limpos, como metano e oxigênio líquido, que são menos poluentes e mais baratos do que combustíveis tradicionais. Uma das novidades é o uso de propelentes sub-resfriados, que aumentam a eficiência e reduzem o tempo de abastecimento. O motor do foguete também foi atualizado para um modelo mais leve e eficiente, que permite re-ignições durante o voo, tornando as operações mais rápidas e econômicas.
A China deu mais um passo em seu programa espacial. No último sábado, 17, a empresa privada LandSpace lançou o foguete Zhuque-2E Y1, uma versão aprimorada do Zhuque-2E, que foi enviado ao espaço no final de dois mil e vinte e dois. O novo modelo é um foguete de tamanho médio, capaz de transportar cargas úteis de até seis toneladas para órbitas baixas da Terra, ideal para missões comerciais de satélites.
O Y1 apresenta melhorias significativas em sustentabilidade e eficiência. Ambos os modelos utilizam propelentes mais limpos, como metano e oxigênio líquido, que são menos poluentes do que combustíveis tradicionais, como o querosene. O metano, além de ser mais barato e seguro, contribui para uma queima mais eficiente e reduz o acúmulo de resíduos nos motores, facilitando a reutilização dos componentes.
Inovações Tecnológicas
Uma das inovações do Y1 é o uso de propelentes sub-resfriados, uma tecnologia inédita na China. Essa abordagem aumenta a densidade dos combustíveis, resultando em maior empuxo e eficiência energética, além de reduzir o tempo de abastecimento para menos de uma hora e meia. O motor foi substituído pelo TQ-15A, que é mais leve e eficiente que o anterior, o TQ-11. Essa nova configuração permite re-ignições durante o voo, diminuindo a necessidade de múltiplos lançamentos.
Essas inovações colocam a China em uma posição competitiva na corrida espacial, desafiando outras potências, como os Estados Unidos. O investimento contínuo em tecnologia espacial reflete a ambição do país de se tornar um líder global nesse setor.
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