Os sistemas de rastreamento de candidatos, conhecidos como ATS, estão se tornando comuns em processos de seleção, ajudando a filtrar currículos. Esses sistemas usam inteligência artificial para comparar o perfil do candidato com a vaga, mas podem dificultar a vida de alguns profissionais. A CEO da Serh1 Gestão de Carreiras, Andréa Cruz, explica que muitos candidatos qualificados não avançam nas seleções porque a linguagem de seus currículos não se alinha com a dos algoritmos. Currículos mais tradicionais e subjetivos podem ser desconsiderados. Por isso, é importante que os candidatos usem a inteligência artificial como uma ferramenta para melhorar seus currículos, mas sem perder o controle sobre as informações. A gerente de recrutamento da Robert Half, Laís Vasconcelos, alerta que um currículo feito totalmente por IA pode parecer falso. Para otimizar o currículo, é recomendado usar a IA para corrigir erros e sugerir melhorias, sempre mantendo a autenticidade. Um currículo bem estruturado e que se encaixe na linguagem da vaga é essencial para passar pelos filtros dos ATS. A inteligência artificial pode ajudar na pesquisa sobre a empresa e as tendências do setor, mas o toque humano ainda é muito importante.
O uso de Applicant Tracking Systems (ATS) tem se tornado comum em processos seletivos, facilitando a triagem de currículos. Esses sistemas automatizados, baseados em inteligência artificial, avaliam a compatibilidade entre o perfil do candidato e a vaga, mas também podem ser um obstáculo.
A CEO da Serh1 Gestão de Carreiras, Andréa Cruz, destaca que muitos profissionais qualificados não avançam nas seleções devido à incompatibilidade de linguagem com os algoritmos. Currículos tradicionais, com linguagem mais subjetiva, podem ser ignorados. Para evitar isso, é essencial que os candidatos utilizem a inteligência artificial como uma ferramenta de apoio, mas mantenham o controle sobre suas informações.
Os candidatos devem ter cuidado ao compartilhar dados sensíveis com ferramentas de IA. É importante lembrar que, embora essas tecnologias possam ajudar na revisão e otimização de currículos, o resultado final deve sempre refletir a realidade do candidato. A gerente de recrutamento da Robert Half, Laís Vasconcelos, ressalta que um currículo gerado totalmente por IA pode parecer falso.
Para otimizar o currículo, recomenda-se que os candidatos utilizem a IA para revisar erros e sugerir melhorias, mantendo sempre o controle sobre o conteúdo. Um currículo bem estruturado e que “fale a mesma língua” da vaga é fundamental para passar pelos filtros dos ATS. A inteligência artificial pode ser uma aliada na pesquisa sobre a cultura da empresa e nas tendências do setor, mas o toque humano continua sendo imprescindível.
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