O Reino Unido revelou uma campanha cibernética da unidade militar russa GRU 26165, que está atacando organizações que ajudam a Ucrânia. Desde 2022, essa unidade tem mirado tanto instituições públicas quanto privadas, incluindo aquelas que fornecem defesa e serviços de tecnologia. A investigação, feita em conjunto com aliados como os EUA, Alemanha e França, mostrou que os hackers russos usaram várias técnicas para acessar redes. Entre os alvos, estavam câmeras conectadas à internet em fronteiras da Ucrânia, que monitoravam a entrada de ajuda no país. Estima-se que cerca de 10.000 câmeras foram acessadas, principalmente perto de instalações militares e estações de trem. O diretor de operações do Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido alertou que essa campanha representa um grande risco para as organizações afetadas e recomendou que elas se informem sobre as ameaças e como se proteger.
O Reino Unido denunciou uma campanha cibernética maliciosa da unidade militar russa GRU 26165, que tem como alvo organizações que apoiam a Ucrânia. A investigação conjunta com aliados, incluindo Estados Unidos, Alemanha e França, revelou que a GRU tem atacado tanto instituições públicas quanto privadas desde 2022.
As operações visam entidades que fornecem assistência militar, serviços de tecnologia da informação e suporte logístico. O Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido (NCSC) informou que os espiões russos utilizaram diversas técnicas de hacking para acessar redes de organizações. Entre os alvos, estão câmeras de vigilância conectadas à internet em fronteiras ucranianas, que monitoram o envio de ajuda ao país.
Estima-se que cerca de 10 mil câmeras foram acessadas, localizadas próximas a instalações militares e estações ferroviárias, com o objetivo de rastrear a movimentação de materiais. O relatório também menciona que os hackers usaram serviços municipais legítimos, como câmeras de tráfego, para facilitar o acesso.
O diretor de operações do NCSC, Paul Chichester, destacou que essa campanha representa um risco sério para as organizações visadas, especialmente aquelas que ajudam a Ucrânia. Ele enfatizou a importância de que as instituições se familiarizem com as ameaças e as orientações de mitigação para proteger suas redes.
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