O Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido informou que a unidade militar russa GRU 26165, conhecida como Fancy Bear, está por trás de uma campanha de ataques cibernéticos. Desde 2022, essa unidade tem atacado organizações que ajudam a Ucrânia. A investigação, feita em conjunto com aliados como os Estados Unidos, Alemanha e França, revelou que cerca de 10.000 câmeras conectadas à internet foram acessadas. Essas câmeras estão em locais estratégicos, como instalações militares e estações de trem, e foram usadas para monitorar o transporte de materiais para a Ucrânia. O diretor de operações do NCSC, Paul Chichester, alertou que essa situação representa um grande risco para as organizações que apoiam a Ucrânia e destacou a importância de se conhecer as ameaças e as orientações de segurança. A Fancy Bear já é conhecida por ataques anteriores, como o vazamento de dados da Agência Mundial Antidoping e o ataque ao Comitê Nacional Democrata dos EUA em 2016. A situação levanta preocupações sobre segurança cibernética em meio a tensões geopolíticas, e autoridades de dez países da OTAN e da Austrália estão trabalhando juntas para enfrentar essa ameaça.
O Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido (NCSC) revelou uma campanha cibernética maliciosa atribuída à unidade militar russa GRU 26165, conhecida como Fancy Bear. Desde 2022, essa unidade tem atacado diversas organizações, incluindo aquelas que prestam assistência à Ucrânia. A investigação conjunta com aliados, como Estados Unidos, Alemanha e França, identificou o acesso a cerca de 10.000 câmeras conectadas à internet.
Essas câmeras, localizadas em áreas estratégicas, como instalações militares e estações ferroviárias, foram utilizadas para monitorar o transporte de materiais para a Ucrânia. O NCSC destacou que os espiões russos empregaram uma combinação de técnicas de hacking para invadir redes de organizações públicas e privadas. Entre os alvos, estavam câmeras de vigilância de serviços municipais, como as de tráfego.
Paul Chichester, diretor de operações do NCSC, alertou que essa campanha representa um risco significativo para as organizações que apoiam a Ucrânia. Ele enfatizou a importância de que essas entidades se familiarizem com as ameaças e as orientações de mitigação fornecidas pelo NCSC. A unidade Fancy Bear é notória por sua participação em ataques cibernéticos anteriores, incluindo o vazamento de dados da Agência Mundial Antidoping e o ataque ao Comitê Nacional Democrata dos EUA em 2016.
A revelação do NCSC ressalta a crescente preocupação com a segurança cibernética em um contexto de tensões geopolíticas. As autoridades de segurança de dez países da OTAN e da Austrália estão colaborando para enfrentar essa ameaça, reforçando a necessidade de vigilância e proteção das infraestruturas críticas.
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