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A demanda por energia da inteligência artificial varia conforme o tipo de consulta realizada

Estudo revela que a demanda energética da inteligência artificial varia conforme a complexidade das consultas e a fonte de energia utilizada.

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Recentemente, um estudo analisou o consumo de energia da inteligência artificial (IA) e mostrou que a demanda varia bastante dependendo da complexidade das perguntas feitas e da fonte de energia utilizada. A pesquisa revelou que consultas simples e complexas têm necessidades energéticas muito diferentes. Por exemplo, criar um itinerário de viagem consome quase dez vezes mais energia do que pedir algumas piadas. Além disso, modelos maiores consomem até 70 vezes mais energia do que modelos menores para a mesma tarefa. A fonte de energia também é importante; por exemplo, um centro de dados alimentado por energia solar gera menos emissões do que um que usa carvão. O estudo destacou que, embora tenham conseguido coletar dados valiosos, ainda há muitas incertezas sobre o impacto total da IA em termos de energia e emissões, especialmente porque muitas empresas não compartilham essas informações.

Recentemente, um estudo detalhado revelou a crescente demanda energética da inteligência artificial (IA), destacando variações significativas no consumo de energia. A pesquisa, realizada por jornalistas da MIT Technology Review, quantificou os impactos energéticos e de emissões de consultas a modelos de IA.

A análise mostra que as demandas energéticas da IA não são constantes. Por exemplo, uma consulta simples pode consumir até dez vezes menos energia do que uma solicitação complexa, como a elaboração de um itinerário de viagem. Modelos maiores, com mais parâmetros, podem utilizar até setenta vezes mais energia do que modelos menores para a mesma tarefa. Além disso, a geração de vídeos requer centenas de vezes mais energia do que respostas textuais.

Impacto Climático

Outro ponto crucial é que a fonte de energia utilizada para alimentar os data centers influencia diretamente as emissões de carbono. Dados indicam que a mesma consulta pode resultar em emissões quase duas vezes maiores se processada em um data center alimentado por carvão, em comparação a um que utiliza energia solar. Essa variação depende da localização e do horário, evidenciando a importância da escolha dos locais para a construção de data centers.

Apesar das descobertas, ainda existem lacunas significativas no conhecimento sobre o consumo energético de modelos de IA fechados. As empresas não divulgaram dados específicos durante a pesquisa, limitando a compreensão total dos impactos ambientais. O estudo ressalta a necessidade de mais transparência e dados sobre o consumo energético da IA, especialmente à medida que essa tecnologia se torna cada vez mais integrada ao cotidiano.

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