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Cientistas exploram a dimensão temporal na biologia para novas descobertas

Stately Bio inova na medicina regenerativa ao permitir monitoramento de células vivas em tempo real, sem destruição, com apoio de US$ 12 milhões.

Foto: Reprodução/Longevity.Technology
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A Stately Bio, uma startup de Palo Alto, lançou uma nova plataforma que pode mudar a medicina regenerativa. Com um financiamento de 12 milhões de dólares, a empresa usa aprendizado de máquina e tecnologia de imagem para monitorar células vivas em tempo real, sem precisar destruí-las. Isso é importante porque os métodos antigos exigiam a morte das células para análise, o que limitava o entendimento de como elas funcionam. O CEO Frank Li, que trabalhou anteriormente na Calico, afirma que a nova tecnologia oferece imagens de alta resolução e sem rótulos, permitindo que os cientistas vejam como as células reagem a diferentes tratamentos sem métodos invasivos. Os primeiros resultados mostram células melhoradas que podem ser usadas em testes de medicamentos e estudos de doenças. Além disso, a tecnologia pode ajudar na transformação de células-tronco em tipos celulares terapêuticos e na pesquisa sobre envelhecimento. A Stately Bio quer mudar a forma como a biologia é estudada, usando imagens como principal ferramenta de análise.

A Stately Bio, startup de Palo Alto, lançou uma plataforma inovadora que promete revolucionar a medicina regenerativa. Com US$ 12 milhões em financiamento, a empresa combina aprendizado de máquina e imagem avançada para monitorar células vivas em tempo real, sem a necessidade de destruição celular. Este avanço é crucial, pois métodos tradicionais exigem a morte das células para análise, limitando a compreensão de seus processos dinâmicos.

O fundador e CEO, Frank Li, ex-líder de aprendizado de máquina na Calico, destaca que a nova tecnologia permite a imagens de alta resolução e sem rótulos, possibilitando o acompanhamento contínuo da identidade, qualidade e comportamento celular. Isso pode acelerar o desenvolvimento de terapias celulares, uma vez que os pesquisadores poderão observar como as células reagem a intervenções sem a necessidade de técnicas invasivas.

A Stately Bio busca eliminar o dilema enfrentado por cientistas que, até agora, precisavam escolher entre métodos destrutivos ou menos informativos. Os primeiros resultados da empresa mostram células aprimoradas que estão sendo exploradas para aplicações em triagem de toxicidade de medicamentos e modelagem de doenças. Li acredita que a tecnologia pode desencadear uma nova era na biologia, semelhante ao surgimento da genômica nos anos 2000.

Além de focar na diferenciação de células-tronco em tipos celulares terapêuticos, a tecnologia da Stately também pode ser aplicada em reprogramação celular parcial, com implicações potenciais para estudos sobre longevidade e envelhecimento. A empresa se propõe a redefinir a forma como a biologia é estudada, utilizando imagens como principal ferramenta de análise, desafiando paradigmas estabelecidos na área.

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