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Xiaomi lança SUV elétrico e chip próprio para competir com Apple e Qualcomm

Xiaomi lança SUV YU7 e chip Xring O1, mirando concorrência com Apple e Tesla, após críticas por acidente com seu primeiro carro elétrico.

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A Xiaomi lançou recentemente seu primeiro SUV elétrico, o YU7, e um novo chip chamado Xring O1, que promete competir com os chips da Apple. O YU7 terá um alcance de até 835 km com uma única carga e pode acelerar de zero a 100 km/h em pouco mais de três segundos, superando modelos como o Tesla Model Y. O chip Xring O1, desenvolvido com um investimento de 13,5 bilhões de yuan, é fabricado em um processo de 3 nanômetros e será usado no novo smartphone 15S Pro da empresa, que custa 5.499 yuan. A Xiaomi busca reduzir sua dependência de chips de outras marcas, como Qualcomm e MediaTek, e se posicionar como uma concorrente forte no mercado de tecnologia. A empresa também enfrenta desafios após um acidente fatal envolvendo seu primeiro carro elétrico, o SU7, que levantou preocupações sobre sua tecnologia de direção autônoma.

A Xiaomi lançou recentemente seu novo SUV elétrico, o YU7, e um chip desenvolvido internamente, o Xring O1, durante um evento em Pequim. A apresentação ocorreu em meio a um contexto desafiador, após um acidente fatal envolvendo seu primeiro carro elétrico, o SU7. O YU7, que chega ao mercado em julho, promete um alcance de 835 quilômetros com uma única carga e aceleração de zero a 100 quilômetros por hora em pouco mais de três segundos, superando concorrentes como Tesla e Porsche.

O chip Xring O1, fabricado em tecnologia de três nanômetros, visa competir com os chips da Apple e Qualcomm. O CEO da Xiaomi, Lei Jun, destacou que o novo chip apresenta desempenho superior ao A18 Pro da Apple, especialmente em jogos, onde opera com menos calor. A empresa investiu 13,5 bilhões de yuanes (aproximadamente R$ 1,87 bilhão) no desenvolvimento do chip, que será utilizado no novo smartphone 15S Pro, com preço inicial de 5.499 yuanes (cerca de R$ 764).

Desafios e Oportunidades

A Xiaomi enfrenta um cenário complicado após o acidente com o SU7, que resultou na morte de três pessoas e gerou críticas sobre sua tecnologia de condução autônoma. A empresa viu uma queda temporária nas vendas após o incidente, mas continua a expandir suas operações em veículos elétricos e tecnologia de chips, alinhando-se à estratégia do governo chinês de reduzir a dependência de tecnologia estrangeira.

Além disso, a Xiaomi planeja investir 50 bilhões de yuanes (cerca de R$ 6,9 bilhões) nos próximos dez anos para avançar no desenvolvimento de chips. A empresa já começou a desenvolver suas próprias soluções em 2014 e, com o lançamento do Xring O1, busca se destacar em um mercado dominado por gigantes como Apple e Nvidia.

Com a crescente demanda por veículos elétricos e tecnologia avançada, a Xiaomi se posiciona para competir em um setor em rápida evolução, enquanto busca recuperar a confiança do consumidor após os recentes desafios.

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