Na conferência de desenvolvedores do Google, Sergey Brin, cofundador da empresa, apareceu para falar sobre a importância da inteligência artificial (IA). Ele acredita que a IA será mais impactante do que a internet ou os celulares. O Google, que já enfrenta concorrência de empresas como a OpenAI, lançou um novo “modo IA” para sua busca, que oferece respostas conversacionais em vez de apenas listas de links. O CEO Sundar Pichai anunciou essa mudança, que usa modelos de linguagem avançados e a infraestrutura da empresa. Além disso, o Google introduziu assinaturas pagas para produtos de IA, com preços que vão de 20 a 250 dólares por mês. A empresa também planeja incluir anúncios nesse novo modo, prometendo que serão mais direcionados. O modo IA foi lançado inicialmente nos EUA e busca evitar erros de tentativas anteriores. Apesar da concorrência, o Google ainda domina 90% do mercado de buscas. A empresa também apresentou projetos como o Mariner, que automatiza tarefas online, e o Astra, um agente que interage com o mundo físico. Após os anúncios, as ações da empresa subiram cerca de 3%.
Na conferência para desenvolvedores do Google, o cofundador Sergey Brin fez uma aparição inesperada para destacar a importância da inteligência artificial (IA) no futuro da empresa. Brin, que trabalha diariamente no laboratório de IA, enfatizou que a IA será mais transformadora do que a internet ou os celulares. O Google enfrenta um desafio significativo em seu domínio de busca online, especialmente após o lançamento do ChatGPT pela OpenAI em 2022.
O CEO Sundar Pichai anunciou uma “reinvenção total da busca”, introduzindo um novo “modo IA” que permitirá respostas conversacionais em vez de listas de links. Essa mudança visa competir diretamente com os chatbots de IA, utilizando os modelos de linguagem Gemini e a vasta infraestrutura da empresa. O Google, que gera US$ 198 bilhões em receitas de publicidade, enfrenta o dilema de integrar essa nova abordagem sem comprometer seus lucros.
Além do modo IA, o Google lançou assinaturas pagas para produtos de IA, como o agente Mariner e ferramentas de criação de vídeo Veo. Os preços variam de US$ 20 a US$ 250 por mês, superando os planos de concorrentes. A empresa também planeja inserir anúncios no modo IA, prometendo que serão mais direcionados e lucrativos. No entanto, investidores permanecem cautelosos, observando a possibilidade de canibalização de seus negócios existentes.
O modo IA foi lançado inicialmente para usuários nos EUA, prometendo respostas rápidas e precisas. A nova ferramenta evita erros que marcaram tentativas anteriores, como o “AI Overviews”. Apesar da concorrência crescente, o Google ainda controla 90% das pesquisas na web e possui uma base de usuários robusta. O analista Justin Post destaca que a empresa está finalmente se movendo para enfrentar a competição, especialmente de startups como a Perplexity, que desafiam sua posição no mercado.
O Google também apresentou inovações como o Projeto Mariner, que automatiza tarefas online, e o Projeto Astra, um agente multimodal que interage com o mundo físico. As ações da empresa subiram cerca de 3% após os anúncios, mas a questão da participação de mercado no novo cenário digital permanece em aberto. A conferência serviu como um lembrete das capacidades tecnológicas do Google, que continua a ser um dos maiores negócios do mundo.
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