A OpenAI lançou o Orb, um dispositivo que verifica a humanidade através do escaneamento da íris, inspirado na obra “Blade Runner” de Philip K. Dick. Os Orbs chegaram ao Brasil em 2024, mas as operações em São Paulo foram suspensas devido a preocupações com a Lei Geral de Proteção de Dados. A Agência Nacional de Dados determinou que a coleta de dados para pagamento aos usuários violava a legislação. Antes da suspensão, alguns usuários receberam até R$600 pelo registro de suas íris. O Orb transforma a íris em um código binário e gera um World ID, com a promessa de que os dados são apagados após a verificação. Em países onde a lei permite, os usuários verificados ganham tokens que valem cerca de 42 dólares. Além do Brasil, a França e o Quênia também estão investigando a coleta de dados. Na França, as autoridades estão analisando a prática, enquanto no Quênia, o governo suspendeu os escaneamentos por falta de clareza. A Tools of Humanity, responsável pelo Orb, afirma que protege os dados com chaves criptográficas. Recentemente, Sam Altman anunciou parcerias com empresas para combater fraudes em aplicativos de namoro e planeja lançar um cartão de débito com a Visa em 2025, onde a regulamentação é mais favorável ao uso de criptomoedas.
Philip K. Dick explorou a identidade em um mundo com andróides em sua obra “Blade Runner”. Agora, a OpenAI, co-fundada por Sam Altman, introduziu o Orb, um dispositivo que verifica a humanidade por meio do escaneamento da íris.
Os Orbs chegaram ao Brasil em 2024, mas as operações em São Paulo foram suspensas em fevereiro devido a preocupações com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A Agência Nacional de Dados (ANPD) determinou que a coleta de dados para remuneração dos usuários infringia a legislação. Antes da suspensão, alguns usuários chegaram a receber R$600 pelo registro de suas íris.
O Orb, desenvolvido pela Tools of Humanity, traduz a íris em 12.800 dígitos binários e gera um World ID para cada usuário. A empresa garante que os dados são apagados após a verificação. Em países onde a legislação permite, os usuários verificados recebem tokens equivalentes a cerca de 42 dólares, que podem ser utilizados em uma rede global de criptomoedas.
Suspensão e Investigações
Além do Brasil, outros países como França e Quênia também estão avaliando a coleta de dados pela World. Na França, as autoridades investigam a prática, enquanto no Quênia, o governo ordenou a suspensão dos escaneamentos devido à falta de clareza no processo. A Tools of Humanity afirma que utiliza chaves criptográficas para proteger os dados, mas acatou as solicitações governamentais.
Em um evento recente em São Francisco, Altman anunciou parcerias com empresas como o Match Group, visando combater fraudes em aplicativos de namoro. Em 2025, a empresa planeja lançar um cartão de débito em parceria com a Visa nos Estados Unidos, onde a regulamentação é mais favorável ao uso de criptomoedas.
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