O Google lançou o Veo 3, um gerador de vídeos por inteligência artificial que cria conteúdos tão realistas que é difícil para as pessoas perceberem que não são verdadeiros. O Tribunal Superior Eleitoral já declarou que o Google pode ter uma grande influência nas próximas eleições. Grupos de extrema direita estão animados com essa nova ferramenta, que é paga, e muitos deles estão se endividando para assinar. Nas redes sociais, já circulam vários vídeos feitos com o Veo 3, onde personagens questionam suas identidades e negam que estão criando desinformação. Um especialista comentou que esses grupos estão mais conscientes do que algumas figuras públicas.
O Google lançou nesta semana o Veo 3, um gerador de vídeos por inteligência artificial que produz conteúdos extremamente realistas. A nova ferramenta tem gerado grande entusiasmo entre grupos de extrema direita, que já a utilizam para criar vídeos questionando suas identidades e disseminando desinformação.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se manifestou sobre a situação, afirmando que é praticamente impossível para a maioria das pessoas distinguir os vídeos gerados pelo Veo 3 de gravações reais. Em um comunicado, o TSE destacou que “as pessoas já acreditam em um canguru esperando para embarcar com o bilhete em mãos, imagina se não vão acreditar nesses vídeos”. A preocupação com a utilização da tecnologia em campanhas eleitorais é evidente.
Os grupos de extrema direita, animados com o lançamento, têm investido na assinatura do Veo 3, mesmo que isso tenha gerado endividamento. Nas redes sociais, circulam diversos vídeos criados pela ferramenta, onde personagens expressam dúvidas sobre suas identidades e rebatem a acusação de que foram feitos para espalhar fake news. Um especialista comentou que esses grupos “já estão mais conscientes do que o Nikolas Ferreira”.
A situação levanta questões sobre o impacto da tecnologia na política e na sociedade, especialmente em um período eleitoral. A utilização de ferramentas como o Veo 3 pode alterar a dinâmica da comunicação e a percepção pública, tornando ainda mais desafiador o combate à desinformação.
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