Mary Meeker, uma analista de tecnologia famosa, lançou um relatório sobre inteligência artificial que mostra o crescimento rápido do ChatGPT, que já tem 800 milhões de usuários em apenas 17 meses, e a queda de 99,7% nos custos de uso da IA nos últimos dois anos. Isso significa que a IA está se desenvolvendo mais rápido do que nunca. Recentemente, o ChatGPT identificou uma falha de segurança crítica no Linux, algo que especialistas em cibersegurança não tinham percebido. Essa nova habilidade da IA de encontrar vulnerabilidades pode mudar muito o campo da segurança digital, trazendo riscos tanto para pesquisadores quanto para hackers. Um pesquisador revelou que a IA encontrou uma falha desconhecida no sistema Linux, que poderia permitir que hackers acessassem milhões de computadores. Embora a IA tenha gerado alguns erros, ela também ajudou a identificar problemas que especialistas humanos não notaram. Isso mostra que a IA pode ser uma ferramenta poderosa para pesquisadores de segurança, mas também significa que hackers podem usar a mesma tecnologia para explorar falhas. Para quem usa Linux, uma correção já foi feita, então não há motivo para pânico. A era da cibersegurança impulsionada por IA já começou.
Mary Meeker, analista de tecnologia renomada, divulgou um relatório de 339 páginas sobre inteligência artificial (IA), destacando o crescimento do ChatGPT, que alcançou 800 milhões de usuários em apenas 17 meses. O custo de inferência da IA caiu 99,7% nos últimos dois anos, indicando uma aceleração sem precedentes no setor.
Recentemente, o ChatGPT identificou uma vulnerabilidade crítica no Linux, mudando o cenário da cibersegurança. Essa descoberta, feita pelo pesquisador Sean Heelan, revela que a IA pode encontrar falhas de segurança que especialistas humanos podem ter perdido. O modelo da OpenAI, chamado o3, localizou uma vulnerabilidade no kernel do Linux, que poderia permitir acesso remoto a milhões de computadores.
Heelan estava testando o modelo com vulnerabilidades conhecidas quando o o3 encontrou um bug inédito. Com três mil linhas de código, o modelo identificou falhas em 8% das tentativas, mas foi ao analisar doze mil linhas que encontrou a nova vulnerabilidade. O impacto dessa descoberta é significativo, pois a IA pode se tornar uma ferramenta poderosa para pesquisadores de segurança, embora também represente um risco, já que hackers podem usar a mesma tecnologia para explorar vulnerabilidades.
A correção para a falha já foi implementada no repositório oficial do Linux, mas a situação destaca a necessidade de vigilância constante na área de cibersegurança. A era da guerra cibernética impulsionada por IA começou, e especialistas alertam que a integração de ferramentas de IA é essencial para acompanhar as ameaças emergentes.
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