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Banco Central destaca complexidade do Drex, nova moeda digital do Brasil

Drex avança para a segunda fase de testes, prometendo integrar ativos financeiros e aumentar a competitividade no sistema.

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O Banco Central do Brasil está testando o Drex, uma moeda digital que busca modernizar o sistema financeiro, semelhante ao Pix. Henrique Videira, auditor do Banco Central, informou que o projeto está na segunda fase de testes, focando em casos de uso práticos. Ele destacou que 98% da economia mundial já está experimentando moedas digitais de bancos centrais. O Drex pretende oferecer mais do que uma versão digital do real, criando uma nova infraestrutura financeira. A fase atual de testes deve terminar em julho, quando será feita uma avaliação das soluções de privacidade e dos objetivos do Banco Central. O Drex será opcional e dividido em duas partes: uma para o varejo, usada por cidadãos, e outra para o atacado, voltada para bancos. Videira mencionou que a privacidade e a interoperabilidade são desafios importantes, mas estão sendo abordados. Ele também comentou sobre a sinergia entre blockchain e inteligência artificial, que pode trazer novos produtos e serviços.

O Banco Central do Brasil está avançando no desenvolvimento do Drex, uma moeda digital que busca modernizar a infraestrutura financeira do país. Henrique Videira, auditor da instituição, anunciou que o projeto está na segunda fase de testes, focando em casos de uso práticos. A declaração foi feita durante o evento TokenNation 2025, realizado nesta quarta-feira, 4.

Videira destacou que noventa e oito por cento da economia global já está explorando as moedas digitais de bancos centrais (CBDCs). O Drex, segundo ele, não se limita a ser uma versão digital do real, mas pretende criar uma nova estrutura para o mercado financeiro. A fase atual do piloto envolve diversas instituições financeiras testando aplicações práticas, com conclusão prevista para o final de julho.

Estrutura do Drex

O auditor ressaltou que cada caso de uso do Drex é mais complexo que todo o sistema do Pix. A proposta é que, ao acessar o aplicativo bancário, o usuário visualize todos os ativos registrados no Drex, incluindo depósitos, ações e imóveis. O objetivo é proporcionar uma experiência integrada e fluida, aumentando a competição no sistema financeiro.

O uso do Drex será opcional, assim como ocorreu com o Pix. O projeto será dividido em duas vertentes: o Drex de varejo, destinado a cidadãos, e o Drex de atacado, voltado para instituições financeiras. A tokenização de depósitos e reservas bancárias será uma das principais características.

Desafios e Inovações

Videira mencionou que a privacidade é um desafio a ser enfrentado, mas que está sendo abordado de forma eficaz. A interoperabilidade com outras redes blockchain também é uma prioridade, garantindo que o Drex funcione sem intermediários. A segurança do sistema é uma preocupação constante, com a necessidade de prever possíveis ataques cibernéticos.

Além disso, Videira apontou a sinergia entre blockchain e inteligência artificial como uma oportunidade promissora. Ele acredita que essa combinação pode gerar novos produtos e serviços, impulsionando o ecossistema financeiro. O Banco Central está comprometido em desenvolver soluções que atendam às demandas do mercado, sempre respeitando a legislação brasileira.

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