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A inteligência artificial ainda depende da criatividade humana para evoluir

A Turing Post explora a co-agência entre humanos e IA em seu novo podcast, destacando a evolução do papel humano e os desafios da colaboração.

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A Turing Post lançou um canal no YouTube e começou a disponibilizar seus podcasts em plataformas como Spotify e Apple, focando na colaboração entre humanos e inteligência artificial (IA). No episódio mais recente, Ksenia Se entrevista Olga Megorskaya, CEO da Toloka, que fala sobre como o papel dos humanos em sistemas de IA mudou. Antes, as pessoas faziam tarefas simples, mas agora precisam ter habilidades mais complexas, como julgamento especializado. Olga critica a ideia de ver os humanos apenas como funções e sugere que é importante gerenciar o esforço humano de forma organizada. Ela explica que, com a evolução da tecnologia, as tarefas se tornaram mais difíceis, exigindo profissionais qualificados para garantir a qualidade dos dados. A co-agência, que é a colaboração entre humanos e IA, é essencial, pois os humanos precisam saber quando confiar nos agentes de IA. Olga também menciona que a interação entre humanos e IA está se tornando mais complexa e que é crucial alinhar as pessoas certas às tarefas certas. Ela acredita que a colaboração entre humanos e IA é o futuro e que, apesar das limitações atuais, há muito potencial para expandir o uso da IA em novas áreas. Além disso, destaca a importância de benchmarks para avaliar modelos de IA, sugerindo que cada equipe deve criar suas próprias métricas para melhorar o desempenho.

A Turing Post lançou um canal no YouTube e começou a disponibilizar seus podcasts em plataformas como Spotify e Apple. No episódio mais recente, Ksenia Se entrevista Olga Megorskaya, CEO da Toloka, para discutir a evolução do papel humano em sistemas de inteligência artificial (IA) e a importância da co-agência.

Olga Megorskaya destaca que o papel dos humanos em sistemas de IA evoluiu de tarefas simples de rotulagem para um envolvimento mais complexo, que inclui julgamento especializado e co-execução com agentes de IA. Essa mudança é crucial, pois altera a dinâmica de trabalho e a compensação para os humanos envolvidos.

Durante a conversa, Olga critica a visão de “humanos como funções chamáveis”, propondo uma abordagem que considera a gestão do esforço humano de forma estruturada. Ela explica que, na era dos modelos de fundação, a complexidade das tarefas aumentou, exigindo profissionais altamente qualificados, como físicos e engenheiros, para garantir a qualidade dos dados.

Co-agência e Desafios

A co-agência, segundo Megorskaya, é quando humanos e agentes de IA colaboram na resolução de tarefas. Ela enfatiza que, embora os agentes de IA possam ajudar na decomposição de tarefas e na validação de resultados, a verdadeira habilidade humana reside em discernir quando confiar ou não na IA. Essa capacidade de julgamento é vista como um dos principais gargalos para uma colaboração eficaz.

Olga também menciona que a interação entre humanos e IA está se tornando mais complexa, com a necessidade de múltiplas iterações e a gestão de tarefas em diversas superfícies. A capacidade de alinhar o especialista certo à tarefa certa é fundamental para o sucesso dos fluxos de trabalho escaláveis.

O Futuro da Colaboração

A CEO da Toloka acredita que a colaboração híbrida entre humanos e IA é o futuro. Ela observa que, apesar das limitações tecnológicas atuais, há um potencial significativo para expandir a aplicação da IA em setores ainda não explorados. A evolução da tecnologia deve ser acompanhada de perto, garantindo que os sistemas permaneçam sob controle e que os humanos não sejam vistos apenas como ferramentas.

Por fim, Olga destaca a importância de benchmarks na avaliação de modelos de IA, ressaltando que a criação de novos benchmarks é um esforço intelectual significativo. Ela defende que, embora existam iniciativas para benchmarks gerais, cada equipe deve definir seus próprios caminhos e métricas para otimizar o desempenho de seus modelos.

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