No Festival Led, especialistas discutiram a integração da inteligência artificial na educação, destacando a importância de entender seu uso ético. Barbara Frasseto, da Fundação Bradesco, afirmou que os alunos já usam ferramentas como o ChatGPT para suas tarefas. Camila Achutti, da Mastertech, ressaltou a necessidade de educar os estudantes sobre o uso responsável dessas tecnologias e a proteção de seus dados. João Alegria, da Fundação Roberto Marinho, alertou que é preciso preparar os alunos para lidar com a IA, pois o uso irresponsável pode gerar injustiças sociais. Ele enfatizou que quem não se prepara pode ser dominado pela tecnologia. Os participantes também falaram sobre a regulamentação da IA, com Achutti defendendo que é possível criar regras que não impeçam a inovação.
A integração da inteligência artificial (IA) na educação foi tema central do painel “Construindo um futuro com a I.A: inovação e educação para um Brasil mais conectado”, realizado no Festival Led, nesta sexta-feira (13). Especialistas destacaram a necessidade de discutir os limites éticos do uso da tecnologia e a importância da educação sobre seu uso.
Barbara Frasseto, gerente sênior de Projetos e Processos na Fundação Bradesco, afirmou que não é possível ignorar o uso da IA. Ela ressaltou que os alunos já utilizam ferramentas como o ChatGPT para realizar tarefas escolares. Camila Achutti, fundadora da Mastertech, concordou e enfatizou a necessidade de educar os estudantes sobre o uso responsável dessas tecnologias. “Precisamos orientar sobre os limites e como cuidar dos próprios dados”, disse.
Ética e Competências
João Alegria, secretário geral da Fundação Roberto Marinho, destacou que as competências educacionais são essenciais para preparar os alunos a lidarem com a IA. Ele alertou que o uso irresponsável da tecnologia pode levar à reprodução de injustiças sociais. “Se você não se prepara, pode se tornar objeto de algo que deveria dominar”, afirmou.
Os participantes também discutiram a regulamentação da IA em meio ao debate no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre redes sociais. Achutti defendeu que a busca por uma IA ética não é um obstáculo ao desenvolvimento da tecnologia. “É possível regulamentar sem ser contra a inovação”, concluiu.
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