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Satélite gera eclipse solar artificial e captura imagens inéditas do Sol

A missão Proba-3 da ESA inicia monitoramento contínuo da coroa solar, revelando fenômenos que afetam a Terra.

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A missão Proba-3 da Agência Espacial Europeia (ESA) conseguiu um grande feito ao enviar suas primeiras imagens da coroa solar. Usando dois satélites que trabalham juntos, a missão simula eclipses solares e faz observações a cada 19,6 horas. Os satélites, chamados Ocultador e Coronógrafo, ficam a 150 metros de distância um do outro. O Ocultador bloqueia a luz forte do Sol, enquanto o Coronógrafo captura a luz da coroa solar, que é a parte mais externa da atmosfera do Sol. Isso ajuda a ver detalhes que normalmente não aparecem, como estruturas de ferro e hélio ionizados. As imagens mostram fenômenos como proeminências solares e explosões de plasma, que são importantes para entender como o Sol afeta a Terra. Diferente dos eclipses solares naturais, que duram poucos minutos, o Proba-3 permite um monitoramento contínuo por até seis horas. As primeiras imagens já mostram áreas quentes da coroa e proeminências em tons amarelados. A missão ainda está em testes, mas promete melhorar as observações quando começar a funcionar plenamente, representando um avanço importante na pesquisa sobre o Sol.

A missão Proba-3 da Agência Espacial Europeia (ESA) alcançou um marco significativo ao entregar suas primeiras imagens da coroa solar. Utilizando dois satélites em formação, a missão simula eclipses solares, permitindo observações regulares a cada 19,6 horas.

Os satélites, conhecidos como Ocultador e Coronógrafo, operam a 150 metros de distância. O Ocultador bloqueia a luz intensa do Sol, enquanto o Coronógrafo captura a luz da coroa solar, a camada mais externa da atmosfera solar. Essa técnica revela detalhes que normalmente ficam ocultos, como estruturas de ferro e hélio ionizados.

Entre as imagens capturadas, destacam-se fenômenos como proeminências solares e explosões de plasma. Essas observações são cruciais para entender o comportamento do Sol, que impacta diretamente a Terra. Enquanto eclipses solares naturais são raros e duram apenas minutos, o Proba-3 possibilita um monitoramento contínuo por até seis horas.

A ESA considera essa capacidade uma revolução no estudo solar. As imagens iniciais já mostram ferro ionizado, indicando as áreas mais quentes da coroa, e proeminências solares em tons amarelados. Esses dados preliminares demonstram o potencial da nova geração de satélites em formação.

A missão ainda está em fase de testes, mas promete aprimorar a precisão das observações quando entrar em operação científica plena. O Proba-3 representa um avanço significativo na exploração solar, permitindo um entendimento mais profundo dos fenômenos que ocorrem na estrela que sustenta a vida na Terra.

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