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Supertelescópio chileno promete registrar mil imagens do cosmos por noite

O Observatório Vera C. Rubin promete transformar a astronomia com mil imagens noturnas, gerando 10 milhões de alertas diários sobre o cosmos.

Foto: Reprodução
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O Observatório Vera C. Rubin, no Chile, vai mudar a forma como os astrônomos estudam o céu ao tirar mil fotos por noite, gerando um enorme volume de dados, com 10 milhões de alertas diários sobre mudanças no espaço. Cada foto tem 3,2 bilhões de pixels e pode mostrar asteroides, supernovas e novas galáxias. Uma única imagem gera 6,4 bilhões de bytes de dados, o que é equivalente a tudo que o jornal The New York Times publicou em 173 anos. O telescópio fará novas capturas a cada 40 segundos, funcionando quase todas as noites por dez anos. Os dados serão enviados rapidamente para servidores, onde serão processados com a ajuda de inteligência artificial, permitindo que os astrônomos acessem as informações a qualquer momento. O Laboratório Nacional de Aceleradores SLAC, na Califórnia, também analisará esses dados, ajudando a identificar mudanças e eliminando erros como rastros de satélites. Com essa nova abordagem, o Rubin não só aumentará a quantidade de dados disponíveis, mas também permitirá que os cientistas façam descobertas importantes de forma muito mais rápida.

O Observatório Vera C. Rubin, localizado no Chile, está prestes a revolucionar a astronomia ao capturar mil imagens do céu por noite. Com essa capacidade, o observatório gerará um volume de dados sem precedentes, com 10 milhões de alertas diários sobre mudanças astronômicas. Essa nova era de observação se inicia em um contexto onde os astrônomos, até recentemente, dependiam de telescópios para fazer observações limitadas.

Cada imagem do Rubin contém 3,2 bilhões de pixels, que podem revelar asteroides, supernovas e galáxias ainda não descobertas. Somente uma imagem gera 6,4 bilhões de bytes de dados, equivalente a toda a informação impressa pelo jornal *The New York Times* em 173 anos. O telescópio fará uma nova captura a cada 40 segundos, operando quase todas as noites por uma década.

Processamento de Dados

Os dados coletados serão rapidamente transferidos para servidores, onde um centro de dados de última geração garantirá o armazenamento e processamento. William O’Mullane, diretor-associado de gestão de dados do observatório, destaca que a abordagem tradicional de observação já não é mais necessária. Os astrônomos poderão acessar os dados a qualquer momento, utilizando redes de alta velocidade e algoritmos de inteligência artificial para filtrar descobertas.

Os dados serão enviados ao Laboratório Nacional de Aceleradores SLAC, na Califórnia, para análises mais profundas. O software do SLAC criará instantâneos das mudanças em comparação com observações anteriores, eliminando imperfeições como rastros de satélites e manchas de raios cósmicos.

Impacto na Astronomia

Com a captura de mil imagens por noite, o Rubin não apenas aumentará a quantidade de dados disponíveis, mas também mudará a forma como os astrônomos conduzem suas pesquisas. Cada nova imagem pode revelar até 10 mil mudanças, como supernovas e asteroides em movimento, gerando um alerta para cada uma delas. Essa abordagem inovadora promete transformar a astronomia, permitindo que os cientistas façam descobertas significativas em um ritmo sem precedentes.

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