Emma D’Arcy, Tamsin Greig e cerca de 1,5 mil artistas do Reino Unido assinaram uma carta pedindo regras para o uso da inteligência artificial na indústria audiovisual. Eles estão preocupados com o uso de suas imagens e dados pessoais sem autorização para treinar sistemas de IA. A carta foi divulgada antes de uma reunião com o sindicato Equity, que não aceitará acordos sem proteções para os dados dos artistas. Os profissionais acusam estúdios de digitalizar seus rostos sem consentimento e reclamam da falta de clareza sobre como suas performances são usadas. A Pact, que representa os produtores, deve voltar a negociar sobre limites e acordos relacionados à IA. Um relatório do British Film Institute mostrou que roteiros de mais de 130 mil filmes e programas de TV estão sendo usados para treinar modelos de IA, o que aumenta a preocupação sobre a ética no uso da tecnologia. Artistas como Alan Davis e Nicola Walker pedem garantias sobre como suas informações são tratadas.
Emma D’Arcy, Tamsin Greig e quase 1,5 mil artistas do Reino Unido assinaram uma carta aberta exigindo regulamentação da inteligência artificial (IA) na indústria audiovisual. O documento destaca a preocupação com o uso não autorizado de suas imagens e dados pessoais para treinar sistemas de IA. A carta foi divulgada antes de uma reunião de negociação com o sindicato Equity, marcada para 25 de junho.
Os artistas acusam estúdios de “escanear digitalmente” seus rostos sem consentimento. O sindicato Equity expressou que não aceitará acordos que não garantam proteções fundamentais para o uso de dados pessoais. A falta de transparência sobre como as performances e dados estão sendo utilizados é uma das principais queixas.
A Pact, entidade comercial de produtores, é chamada a retornar à mesa de negociação para discutir limites e acordos coletivos relacionados à IA. O uso de roteiros de mais de 130 mil filmes e programas de TV para treinar modelos de IA foi destacado em um relatório do British Film Institute, evidenciando a complexidade da questão.
Os artistas, incluindo nomes como Alan Davis e Nicola Walker, enfatizam a necessidade de garantias sobre como suas informações são gravadas e processadas. A pressão por regulamentação na indústria audiovisual se intensifica, refletindo preocupações mais amplas sobre a ética e o uso da tecnologia.
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