O Google doou seu protocolo de comunicação entre agentes de inteligência artificial, chamado Agent2Agent (A2A), à Linux Foundation. A doação foi anunciada durante um evento importante e tem como objetivo criar um modelo de governança que seja comunitário e neutro. Com o apoio de mais de 100 empresas, como AWS e Cisco, a ideia é acelerar a adoção do A2A na indústria. Esse protocolo foi criado para permitir que diferentes sistemas de IA se comuniquem, compartilhem dados e trabalhem juntos. A Linux Foundation, que já cuida de projetos como o Linux e o Kubernetes, agora será responsável pelo A2A. O Google também ofereceu especificações técnicas e ferramentas para ajudar os desenvolvedores. O projeto busca se tornar o padrão da indústria, garantindo que todos possam usá-lo de forma segura e inovadora.
O Google anunciou a doação do Agent2Agent (A2A), seu protocolo aberto de comunicação entre agentes de inteligência artificial, à Linux Foundation. A formalização ocorreu durante a Open Source Summit North America e visa estabelecer um modelo de governança comunitária e neutra. O objetivo é acelerar a adoção do A2A na indústria.
Desenvolvido para promover a interoperabilidade entre diferentes sistemas de IA, o A2A permite que agentes autônomos compartilhem dados, se descubram e coordenem tarefas. Com o apoio de mais de 100 empresas, incluindo AWS e Cisco, a tecnologia já começa a ser validada no mercado. A Linux Foundation, conhecida por manter projetos como o Linux e o Kubernetes, agora hospedará o A2A.
O Google contribuiu com a especificação técnica, kits de desenvolvimento de software (SDKs) e ferramentas para apoiar a comunidade de desenvolvedores. O projeto busca estabelecer o A2A como o principal padrão da indústria, garantindo compatibilidade universal e um padrão aberto. Além disso, a iniciativa visa construir uma comunidade global diversificada, composta por desenvolvedores, pesquisadores e empresas.
A governança neutra é uma prioridade, criando um ambiente justo para todos os envolvidos. O projeto também se compromete a estimular a inovação segura, incentivando o desenvolvimento de novas aplicações que aproveitem o potencial dos agentes colaborativos, sempre com foco na segurança.
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