A cápsula Crew Dragon da SpaceX chegou à Estação Espacial Internacional, trazendo astronautas da Índia, Polônia e Hungria, que não enviavam representantes ao espaço há mais de 40 anos. A missão Axiom 4, que decolou da Flórida, inclui o indiano Shubhanshu Shukla, o polonês Slawosz Uznanski-Wisniewski, o húngaro Tibor Kapu e a americana Peggy Whitson, ex-astronauta da NASA. Eles passarão 14 dias na ISS, realizando cerca de 60 experimentos. Shukla é o primeiro indiano na ISS e o segundo a entrar em órbita, após Rakesh Sharma em 1984. A Hungria investiu 100 milhões de dólares na missão, enquanto a Índia gastou mais de 60 milhões, embora a Polônia não tenha divulgado valores. Este evento é visto como um momento de orgulho nacional para esses países.
A cápsula Crew Dragon da SpaceX acoplou-se à Estação Espacial Internacional (ISS) na manhã desta quinta-feira, 26 de outubro, marcando o retorno de Índia, Polônia e Hungria ao espaço após mais de 40 anos. A missão Axiom 4, que inclui uma americana, decolou da Flórida no dia anterior.
A tripulação é composta pelo piloto indiano Shubhanshu Shukla, o polonês Slawosz Uznanski-Wisniewski, o húngaro Tibor Kapu e a americana Peggy Whitson, ex-astronauta da NASA. Whitson, que agora trabalha para a Axiom Space, expressou sua honra em participar da missão durante uma transmissão ao vivo. Os astronautas passarão 14 dias na ISS, realizando cerca de 60 experimentos focados em microalgas e tardígrados.
Os últimos voos espaciais com astronautas da Índia, Polônia e Hungria ocorreram há mais de quatro décadas. Para a Índia, essa missão é um marco significativo, com Shukla se tornando o primeiro indiano na ISS e o segundo a entrar em órbita, após Rakesh Sharma em 1984. Shukla destacou que este voo é o início do programa espacial tripulado indiano, que planeja um primeiro voo em 2027.
A Hungria anunciou em 2022 um investimento de US$ 100 milhões por seu assento na missão. Embora a Índia e a Polônia não tenham divulgado os valores, a imprensa indiana estima que Nova Déli tenha gasto mais de US$ 60 milhões. Este retorno ao espaço é visto como um momento de orgulho nacional e uma demonstração de soft power para esses países.
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