A Suíça, conhecida por sua neutralidade e setores como bancos e chocolates, agora se destaca no mundo da tecnologia profunda, ou deeptech. Um relatório recente mostra que o país tem 1.500 startups nesse setor, com um valor total de mercado de 100 bilhões de dólares e 60% do capital de risco investido em inovações tecnológicas. O estudo, feito em parceria com várias organizações, analisa dados de mais de cinco anos e mostra que a Suíça é um grande produtor de inovações científicas. Desde 2021, 23% das novas startups são focadas em inteligência artificial e aprendizado de máquina, um aumento significativo. O país também lidera na Europa e é o terceiro no mundo em financiamento per capita para deeptech, com 96% dos investimentos em startups avançadas vindo de investidores internacionais, principalmente dos EUA e da União Europeia. Além disso, duas das principais universidades da Europa em criação de empresas de deeptech estão na Suíça, reforçando sua posição como um centro de inovação.
A Suíça, tradicionalmente conhecida por sua neutralidade e excelência em setores como bancos e chocolates, agora se destaca como um dos principais ecossistemas de deeptech do mundo. O Swiss Deep Tech Report 2025 revela que o país abriga 1.500 startups nesse setor, com um valor de mercado total de US$ 100 bilhões e 60% do capital de risco direcionado a inovações tecnológicas.
O relatório, elaborado em parceria com Dealroom.co, Startupticker e as firmas de capital de risco Founderful e Kickfund, é o primeiro a mapear o desempenho da Suíça em deeptech. Ele analisa dados de mais de cinco anos, destacando a evolução de instituições de pesquisa e patentes. A Suíça não é apenas um centro acadêmico, mas também um importante produtor de inovações científicas.
Inteligência artificial e machine learning já representam 23% das novas startups fundadas desde 2021, quase o dobro da participação anterior. Outros setores, como Clima & Energia, Robótica e TechBio, também estão em rápida expansão. Entre 2019 e 2025, a Suíça alocou 60% do seu capital de risco total para deeptech, superando outros países globalmente.
Investimentos e Financiamento
O país se destacou ao ocupar o primeiro lugar na Europa e o terceiro no mundo em financiamento per capita para deeptech. Esse crescimento é impulsionado por uma sólida base de pesquisa e um aumento no capital internacional. Quase 96% dos investimentos em rodadas de deeptech de estágio avançado na Suíça foram liderados por investidores globais, com destaque para empresas dos EUA e da União Europeia.
Além disso, duas das quatro principais universidades da Europa em criação de spin-offs de deeptech são suíças: ETH Zurich e EPFL, consolidando ainda mais a posição da Suíça como um polo de inovação tecnológica.
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